Movimento #cicloolhar lança campanha de doação de capacetes para ciclistas de baixa renda

 

Sabemos da importância de o ciclista andar com equipamentos de proteção e quanto esse meio de transporte contribui para a mobilidade das cidades. Entretanto, muitos ciclistas não têm condições financeiras de adquirir o equipamento de segurança. O movimento Ciclo-Olhar está realizando uma iniciativa no município de Jequié (BA) e região. A ideia é receber doações de capacetes novos ou usados para ciclistas de baixa renda. E o primeiro capacete já foi entregue no centro industrial da cidade no último dia 30.mai.2021, às 6h30, para um ciclista e pescador da região. (LEIA MAIS AQUI!)

7/06/2021

 

Movimento #cicloolhar está recebendo doações de capacetes para ciclistas de baixa renda


Sabemos da importância do ciclista andar com equipamentos de proteção, e quando esse meio de transporte contribui para a mobilidade das cidades. Entretanto, muitos ciclistas não tem condições financeiras de adquirir o equipamento de segurança. O movimento Ciclo-Olhar está realizando uma iniciativa no município de Jequié e região. A ideia é receber doações de capacetes novos ou usados para ciclistas de baixa renda. E o primeiro capacete já foi entregue no Centro Industrial de Jequié, na Bahia, no último dia 30.mai.2021, às 6h30 da manhã, para um ciclista e pescador da região.

Valmir Costa recebeu a doação do primeiro capacete. O pescador tem 65 anos, pedala desde os 15 anos de idade, nunca tinha usado um capacete, é responsável pelo sustento da família. O critério na abordagem e escolha desse ciclista, foi o estado de sua bicicleta barra forte - bastante enferrujada e remendada. Hoje, não sabe ler direito e tem problema na visão, é acometido por catarata. Transporta em um isopor no fundo da bicicleta o que consegue pescar no Rio de Contas ou na Barragem de Pedral em Jequié, na Bahia. Costa é morador de um bairro popular (operário), denominado KM 3. 

 

Dado Galvão é ciclista e realiza ações de incentivo ao uso da bike em sua cidade. Galvão é documentarista e morador de Jequié (BA), município que tem 160 mil habitantes, localizada no interior baiano, fica distante aproximadamente 400 quilômetros de Salvador.

Galvão é fundador do movimento Ciclo-Olhar, composto por ciclistas de vários locais do Brasil que fotografam momentos de lazer e do cotidiano, sempre com o apoio da bicicleta. Ele recebe as fotos, e então publicadas no perfil do Instagram Ciclo-Olhar.

“É este ciclista que queremos atingir com as doações e ao mesmo tempo conscientizá-los da importância do uso do capacete e acessórios como sinalizadores, luvas, sapatos para que pedalem com segurança e dignidade independente do modelo ou valor da bicicleta, seja para o lazer ou para o trabalho. É uma ação do nosso movimento na construção de uma mobilidade mais humana e fraterna na nossa Casa Comum”, explica o documentarista e autor da iniciativa. 

  

O doador do capacete é convidado a escrever uma carta para o ciclista que irá receber o capacete. O que reforça o compromisso de sempre utilizar o capacete em qualquer momento que for pedalar. A campanha tem como slogan: “Ciclista que tem cabeça, usa e doa”.

O egresso Dado Galvão explica como iniciou o movimento Ciclo-Olhar: “Comecei a observar nos grupos de ciclistas o uso do celular, ele é usado para revelar uma cidade diferente que é possibilitado por esse veículo espetacular. Ver a natureza. A bicicleta estimula um olhar mais sensível”, diz Galvão.

No dia 3 de março é comemorado o Dia Mundial da Bicicleta. A data definida pela Organização da Nações Unidas (ONU), nasceu devido ao pioneirismo do professor Leszek Sibilski, pesquisador de esporte e mudanças. O pesquisador realizou um projeto acadêmico para estudar o uso da bicicleta no desenvolvimento humano e da sociedade. Obteve o apoio da delegação do Turcomenistão e mais de 53 países-membros da ONU, com isso, conseguiu a aprovação no calendário a partir do ano de 2018.

No Brasil existem mais bicicletas do que veículos no Brasil. De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) são 50 milhões de bikes e 41 milhões de carros em solo brasileiro. Entretanto, somente 7% das viagens são feitas por bicicleta. A bike proporciona como uma mobilidade mais sustentável, redução da poluição ambiental, sem emissão de gases poluentes do efeito estufa.

Em 2021, de acordo com Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) a expectativa é de 750 mil unidades, estimativa das fabricantes de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), que projetam um volume 12,8% superior do que foi registrado em 2020.

Para doar capacetes novos ou usados, entre em contato pelo telefone (71) 98825-1105. Qualquer pessoa do Brasil, pode participar.

 

Por: Evandro Tosin – Jornalista, 3/6/2021

Ciclosferia: Festival Online de Ciclismo Urbano 2021. #cicloolhar #ciclismourbano #urbancycling #cyclinglife # ciclosferia2021

 

Boas notícias! O Ciclosferia 2021 já tem datas: o grande festival online do ciclismo urbano será de 14 a 18 de junho. O site está pronto: confira a programação em ciclosferia.com repleta de debates, entrevistas e todo tipo de conteúdo. Você quer participar como palestrante ou parceiro? Entre em contato e saiba mais aqui!

26/05/2021 

Bicicleta e obesidade. Modelo de beleza, ciclismo urbano e gordofobia. Uma (necessária) reflexão sobre problemáticas que transcendem o mundo dos pedais. #cicloolhar

 Imagem cedida por Zize Bikes, una marca especializada em bicicletas para pessoas com sobrepeso. Ciclosfera.

Propomos um jogo simples: olhe ao seu redor. Quantas pessoas magras você vê? Quantos deles você diria que estão acima do peso? Quantos você poderia dizer que são claramente obesos? Com certeza, o número que você terá obtido ao fazer este breve exercício é alto. E não é algo acidental: o excesso de peso atinge 38,5% da população adulta espanhola (entre 25 e 60 anos), enquanto a prevalência da obesidade é de 14,5%. Os riscos são conhecidos: hipertensão, diabetes, doença coronariana ou acidente vascular cerebral estão relacionados à obesidade. Na verdade, uma alimentação inadequada é o fator de risco que mais causa problemas e é responsável por 21% das mortes evitáveis.

Gordo, orgulhoso e ciclista 

Marley Blonsky @marleyblonsky , uma jovem ciclista de Seattle (EUA), posa em frente à câmera com sua inseparável bicicleta. Ele começou a pedalar em 2014, e já o fez em países como Estados Unidos, Canadá, México, França, Bélgica, Cingapura, Hong Kong, Alemanha, Holanda e Suécia, ele nos recita de cor. Marley não é apenas uma ciclista experiente, ela também é gorda. E assim, com essa palavra, ele se define abertamente em seu perfil do Instagram . Em seu blog, Marley fala sobre ciclismo urbano, acessórios, alimentação e inclusão, palavra que considera fundamental.

“Muitas vezes, quando falamos sobre ciclistas, inevitavelmente pensamos em esportes”, disse Marley à Ciclosfera . “E mais especificamente, em homens magros vestidos de lycra. Mas a bicicleta é muito mais do que um esporte: é, antes de tudo, um meio de transporte. E nesse sentido temos que perceber que existem todos os tipos de ciclistas ”. 

Leia conteúdo completo produzido pela Ciclosfera, com tradução automática para português.

Leia conteúdo completo produzido pela Ciclosfera, no formato original, espanhol. 

23/05/21  

BICICLETA E CASAMENTO. "DICAS PARA ALIAR OS SEUS DOIS AMORES NO DIA DO CASAMENTO: SEU AMADO(A) E SUA BIKE."

   

Quem nunca ouviu aquele velho ditado: “será que eu caso ou compro uma bicicleta?”

Pois é, vários casais resolveram fazer os dois! Mas você talvez se pergunte: afinal, o que bicicleta e casamento têm em comum?

Vejamos um exemplo com uma bicicleta específica. Quem já andou em uma tandem sabe que existe uma relação bem interessante: os dois ocupantes devem estar em equilíbrio; precisam ajudar-se pedalando juntos, no mesmo ritmo; confiar um no outro para enfrentar a estrada e os obstáculos, em sintonia e com aceitação para ajustar a “pedalada” certa para os dois, tornando o percurso encantador. No casamento também é assim: equilíbrio, ajuda mútua, confiança, sintonia e aceitação tornam o “passeio” por essa vida mais prazeroso. Para um casamento harmonioso, precisamos aprender a pedalar juntos. (LEIA MAIS AQUI)

Fonte: Revista Bicicleta, 3/6/21, foto: Wendell Raphael de Oliveira

Respeite o ciclista, ele não é invisível

Você sabia que temos mais bicicletas do que veículos no Brasil? De acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) são 50 milhões de bikes e 41 milhões de carros em solo brasileiro. Entretanto, somente 7% das viagens são feitas por bicicleta. O que mostra a necessidade de políticas cicloviárias por parte dos municípios brasileiros, além dos benefícios que a bicicleta proporciona como uma mobilidade mais sustentável, redução da poluição ambiental, sem emissão de gases poluentes do efeito estufa.

Autor: Evandro Tosin

 Bicicletário repleto de bicicletas dos operários da Ramarim, no Centro Industrial de Jequié. Foto: Movimento @cicloolhar

Em Paris, na França, que deseja ser considerada a capital mundial da bicicleta, possui 1000 quilômetros de rede de ciclovias. A ideia é que o cidadão francês possa se deslocar em até 15 minutos para ter acesso a serviços, mercado, parques e lazer.

Uma cidade do interior da Bahia que está pedalando, ciclistas querem ser visíveis

Dado Galvão é documentarista, ciclista, fotógrafo e teólogo. Ele é morador da cidade de Jequié (BA) e realiza ações de incentivo ao uso da bike, município que tem 160 mil habitantes, localizada no interior baiano, distante aproximadamente 400 quilômetros de Salvador. Muitos municípios no Brasil não possuem ciclovias ou ciclo-faixas e até mesmo nenhuma política pública voltada para o incentivo do modal. Além de produzir vídeo-documentários a respeito da temática, ele participou de uma iniciativa - uma “vaquinha” entre ciclistas para colocar um outdoor na principal avenida do município com a frase “Jequié está pedalando, queremos ciclovias”. Um pedido por implantação de ciclovias na cidade, por acessibilidade, maior segurança para os ciclistas, ciclo-faixas e um bicicletário gratuito no centro da cidade. Na imagem do outdoor está um ciclista invisível, para que ele seja visto pelos poderes executivo e legislativo do município. Assista ao vídeo.

Galvão produziu um material audiovisual sobre a implantação de outdoor em uma das principais avenidas do município de Jequié, na Bahia. Foto: Movimento @cicloolhar

“Por mais que se tenha muita gente pedalando, a gente sabe que é fenômeno mundial, em Jequié, é visível pessoas pedalando seja para ir trabalhar ao trabalho, praticar esportes, ou em grupo. Mas nós não somos vistos pelo poder público. Eu faço um apelo para que criem políticas públicas para o ciclismo. Não temos placas de sinalização, ciclo-faixa, ciclovias, incentivo aos grupos que realizam o ciclo-turismo e competições. Nós somos invisíveis”, relata o documentarista.

O pedido da população e de ciclistas da cidade do interior baiano obteve um efeito positivo. Em 16.mar.2021, a superintendência de trânsito do município de Jequié (SUMTRAN), iniciou estudos técnicos para implementação de ciclovias na cidade. O poder da mobilização mostra o exercício da cidadania, o que pode gerar melhorias para os ciclistas.

A SUMTRAN informou que serão realizadas campanhas de educação em trânsito, um processo licitatório até o mesmo de maio, e a implantação de ciclovia.

Assista reportagem da TV UESB


A falta de placas de sinalização ficou evidente, quando em agosto de 2020, foi encontrado um pedido numa placa artesanal de papelão, fixado em um poste, com as frases produzidas pela cicloativista Jil Bike: “Respeite os ciclistas”, “Tá com pressa? Vai de Bike”. Assista ao vídeo de autoria do cineasta. (Assista: Rodas da Liberdade)
 
 
 Ateliê de placas artesanais de papelão da cicloativista Jil Bik (de rosa, do lado direito na foto). Foto: Movimento @cicloolhar

“O ciclista tem que deixar ser tratado como invisível. Nós precisamos de legisladores, que criem leis sobre estabelecimentos com determinado tamanho seja obrigatório um bicicletário, leis criativas. Esperamos que não só em Jequié, mas em outros municípios do país tenham políticas públicas voltadas para o ciclismo, porque faz bem ao corpo, bem a cabeça e ao coração”, comenta o documentarista.

Galvão é fundador do movimento Ciclo-Olhar, composto por ciclistas de vários locais do Brasil que fotografam momentos de lazer e do cotidiano, sempre com o apoio da bicicleta. Ele recebe as fotos, e então publicadas no perfil do Instagram @cicloolhar. Um dos slogans, das campanhas desenvolvidas pelo projeto é “Respeite o ciclista, ser humano como você”.

O documentarista explica como iniciou o movimento Ciclo-Olhar: “Comecei a observar nos grupos de ciclistas o uso do celular, ele é usado para revelar uma cidade diferente que é possibilitado por esse veículo espetacular. Ver a natureza. A bicicleta estimula um olhar mais sensível”, diz Galvão. Para conhecer mais sobre o projeto, clique aqui.

 
Dado Galvão em Boaçú, zona rural do municipio de Jequié - Bahia. Foto: Movimento @cicloolhar

De acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), que analisou os números registrados desde 2010 pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foram cerca de 13 mil internações hospitalares causadas por atropelamentos de ciclistas, o que representa 15 milhões de reais para o tratamento destes pacientes em hospitais públicos. Nos últimos dez anos 13.718 ciclistas perderam a vida em acidentes de trânsito em todo o país. Segundo os dados do DataSus em 2019, 1358 pessoas perderam a vida no país em acidentes com bicicletas, uma leve queda em relação a 2018, quando foram contabilizados 1363 óbitos.

A procura por bicicletas aumentou em 2020

O mercado de bicicletas cresceu em 2020, foi registrado o aumento de 50% nas vendas das bikes em relação a 2019. O levantamento foi realizado pela Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas), em pesquisa que contou com participação empresários do setor, no mês de janeiro desse ano. Houve acréscimo de 118% nas vendas durante junho e julho de 2020, em comparação ao mesmo período de 2019.

Com a pandemia, o setor de manutenção de bicicletas teve dificuldades no reabastecimento de peças com aumento da demanda. A população tem utilizado a bicicleta como uma alternativa para evitar aglomerações no transporte público, assim, reduzindo o risco de contágio da Covid-19.

Foto publicada na iniciativa @cicloolhar, que já possui mais de 3.600 publicações. O projeto que tem como slogan “Movimento de quem anda de bike e fotografa”, também realiza concursos culturais com a temática de direitos humanos.

A bicicleta tem menor preço para a aquisição em relação a outros meios de transporte como motocicletas ou carros, além de contribuir com o meio-ambiente, e com prática de atividade física. Essa tendência de aumento de vendas de bikes também ocorreu em países como Estados Unidos, China, Alemanha, Inglaterra e Irlanda.

Em 2021, de acordo com Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) a expectativa é de 750 mil unidades, estimativa das fabricantes de bicicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM), que projetam um volume 12,8% superior do que foi registrado em 2020.

Iniciativa quer conectar ciclistas e provocar transformação social

A ONG Bike Anjo é uma comunidade de ciclistas e através da bicicleta incentiva e ajuda pessoas a começarem a utilizar esse meio de transporte nas cidades, promovendo transformação social e gerando melhorias nos espaços urbanos. O projeto nasceu em 2010 na cidade de São Paulo, para trazer novos ciclistas para as ruas, otimizar o tempo de deslocamento da cidade e um trânsito mais humano. A Bike Anjo funciona como uma plataforma interliga pessoas que querem aprender a andar de bicicletas, dicas e tirar dúvidas.

No mundo, todos os seis continentes já possuem integrantes na iniciativa, são 38 países e 822 cidades em que projeto o acontece. No Brasil, são 1600 Bike Anjos participantes, em mais de 250 cidades do país – acesse (bikeanjo.org). Nessa iniciativa também é possível participar das Escolas Bike Anjo (EBAs), que são oficinas gratuitas organizadas por grupos de anjos em determinado município. Possuindo data, hora e local para acontecer

   O Bike Anjo está presente em Jequié - Bahia e mais de 250 cidades no país. Foto: Movimento @cicloolhar

O Bike Anjo também participa de campanhas como o Dia Mundial sem Carro - comemorado em setembro e mobiliza a população a não usar automóveis e adotar meios de transporte sustentáveis, e ainda participam do Bike to Work Day – evento anual acontece no mês de maio, que estimula o uso da bicicleta para as pessoas irem ao trabalho.

Autor: Evandro Tosin, 21/04/2021
Cicloolhar.blogspot.com

Jequié - Bahia: Ciclistas Invisíveis propõe criação de uma frente parlamentar suprapartidária da bicicleta na Assembleia Legislativa da Bahia. #cicloolhar

Estúdio da 93 FM em Jequié - BA, deputado e jornalista Euclides Fernandes, 
major Cruz, documentarista Dado Galvão e o jornalista Márcio Lima. 
 
No programa  A Semana em Revista da Rádio 93 FM, o jornalista e deputado estadual pelo PDT da Bahia, Euclides Fernandes, dialoga com o documentarista e cicloativista Dado Galvão, sobre políticas públicas para o ciclismo no município de Jequié - Bahia. Participam também o jornalista Márcio Lima e o major Souza Cruz, da Policia Militar da Bahia/19° BPM. 
 
Galvão sugeriu ao deputado, a criação de uma frente parlamentar suprapartidária da Bicicleta ou do ciclismo na ALBA (Assembleia Legislativa da Bahia).
 
  
 

#CICLOOLHAR CIDADANIA: SUGESTÕES DE MODELOS DE CICLOESTRUTURAS E CICLOVIAS NAS RODOVIAS DO PARANÁ EM CONSULTA PÚBLICA DA ANTT PODEM SER FEITAS DIRETAMENTE PELO SITE DA AGÊNCIA.

 
  
Segue até o dia 5 de abril o prazo final para contribuições na consulta pública sobre o novo modelo de concessões de rodovias federais no Paraná. Inicialmente o prazo era o dia 22 de março, mas o site da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ficou fora do ar ao longo de todo o dia. Isso quer dizer que há mais uma oportunidade para que possam ser feitas contribuições no sentido de que seja defendida a necessidade de inclusão de cicloestruturas e ciclovias nas rodovias do Paraná.

O momento é agora!

Esse é um anseio que não pode passar batido, a oportunidade está aberta e o momento é agora, caso contrário somente daqui a 30 anos, quando um novo processo de concessão será aberto. A necessidade de uma tarifa justa de pedágio é urgente, mas também é fundamental que sejam realizados estudos complementares para que os projetos garantam segurança para o uso da bicicleta e dos pedestres, em todo o estado do Paraná, o que poderá também ser usado como exemplo por outros estados.

 Circuito de Cicloturismo no Parque Vila Velha – Foto: Ivan Mendes © Lobi Ciclotur


Leia matéria completa aqui!
 

Hora de Notícias - Entrevista com Dado Galvão do Movimento @cicloolhar


Ciclistas de Jequié demarcam espaços e chamam a atenção dos poderes públicos e comunidade.

Em mensagens manuscritas curtas inseridas em pedaços de papelões amarrados na posteação das ruas de Jequié, adeptos do ciclismo, simpatizantes e ativistas buscam sair da invisibilidade chamando a atenção dos poderes públicos e demais pessoas envolvidas no trânsito da cidade, para a importância das bikes, como meio de transporte e lazer, sem que disponham de faixas exclusivas que possam levar segurança ao que utilizam diariamente essa prática.
 
O documentarista Dado Galvão, é um dos fundadores de um movimento na cidade que busca promover ações públicas de incentivo à cultura e uso da bicicleta no município, defende que Ciclistas precisam enxergar ciclistas. “É necessário que os grupos de ciclismo local exerçam papel coletivo de cidadania e pressão social, exigindo políticas públicas, leis, incentivo para os usuários de bicicletas, com ou sem uniforme, com ou sem capacete, da barra circular ao carbono, da fábrica ao ciclotursimo, do operário ao doutor. A magrela está em todos os lares e desconhece fronteiras”.
 
O Programa Hora de Notícias, com os jornalistas Wilson Novaes e Ronny Brayner, entrevista o documentarista e cicloativista Dado Galvão, sobre políticas públicas para o ciclismo no município de Jequié - Bahia.
Fonte: Jequié Repórter 30/03/2021
 
 
 

#cicloolhar Documentarista Dado Galvão, conversa conosco sobre cicloativismo

JN: Você é conhecido pela atuação no audiovisual, principalmente no contexto sociológico. Atualmente está mais ligado ao ciclismo com um foco ativista. Conte um pouco dessa nova etapa da sua vida.

Dado Galvão: Devido aos reflexos da pandemia, paralisamos nossas atividades de campo da missão humanitária e cultural, a Missão Ushuaia ( www.MissaoUshuaia.org ), que é um projeto de documentário e ativismo que trabalha questões relacionadas aos refugiados venezuelanos e o exercício da cidadania MERCOSUL, com foco na situação sociopolítica da Venezuela. Nossa missão é reconhecida através da declaração (39/2019) do PARLASUL (Parlamento do MERCOSUL), como de interesse cultural e humanitário.

Paralelo aos trabalhos da Missão eu já tinha o hábito de pedalar, mas essa conexão entre o ciclismo e a técnica fotográfica é fruto de uma especialização em fotografia, que me fez pensar sobre o olhar do ciclista, como ele enxerga os lugares pedalando e a sua relação com esse ambiente que percorre. A partir daí criei o movimento Ciclo-Olhar, no qual analiso esses registros que podem ser acessados no blog www.CicloOlhar.blogspot.com onde partilhamos fotos enviadas dos ciclistas de todo o Brasil no instagram @CicloOlhar.  

(LEIA ENTREVISTA COMPLETA AQUI)

Fonte: Jequié Noticias, 27/03/2021

Em Jequié: os ciclistas invisíveis #cicloolhar

 
Os jornalistas Marcos Cangussu e Márcio Lima, (93 FM), conversam com o documentarista e idealizador do Movimento @cicloolhar, Dado Galvão, sobre (políticas públicas para o ciclismo) no município de Jequié - Bahia. 
 
 
 
Movimento @cicloolhar 23/03/2021

#cicloolhar "SUMTRAN inicia estudo técnico para a implementação de ciclovias em Jequié"


Um antigo sonho dos amantes da bicicleta em Jequié pode estar próximo de se realizar: a implantação de ciclovias na cidade. O prefeito do município, Zé Cocá (PP), anunciou que a Superintendência Municipal de Trânsito (SUMTRAN) já iniciou os estudos técnicos na cidade para a implementação de ciclovias. Neste momento, Jequié não conta com 1cm de ciclovias ou ciclofaixas o que prejudica e muito a vida dos ciclistas na cidade sol, que utilizam a bike como forma de esporte, lazer e também de locomoção para o trabalho. O município de Vitória da Conquista é um bom exemplo neste sentido, gestões de partidos diferentes investiram nos últimos anos na ampliação das ciclovias e ciclofaixas, sendo que Conquista hoje tem mais de 25 km das faixas exclusivas aos ciclistas. Os efeitos positivos são vários, como: a diminuição do engarrafamento, mais segurança aos ciclistas, incentivo à práticas esportivas e saudáveis, dentre outras. Fonte: (Jequié Repórter, Ronny Brayner – Jornalista, 16/03/2021)

#cicloolhar Secretaria de Cultura e Turismo de Jequié, informa sobre execuções das ações da Lei Aldir Blanc.


"A Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Cultura e Turismo, informa aos trabalhadores da Cultura, proponentes de projetos do edital Resistência Cultural, que a administração municipal vem solicitando informações da Secretaria Especial de Cultura, unidade responsável pelo acompanhamento da execução das ações da Lei Aldir Blanc e que está vinculada ao Ministério do Turismo, no sentido de obter orientações quanto à prorrogação do período de realização de atividades presenciais, mas até o momento, a Secretaria Especial de Cultura não publicou novos procedimentos a serem seguidos pelas secretarias estaduais e municipais de Cultura".

Prefeitura de Jequié
Secretaria de Cultura e Turismo

#cicloolhar Prefeito e Vereadores (as) de Jequié - BA.

Excelentíssimos (as) Vereadores (as) de Jequié – BA.

Qualquer cidadão pode fazer um requerimento.  

Foram muitos requerimentos realizados por vereadores (as) nas diversas legislaturas, recomendando ao executivo local, construções de ciclovias.  

(Estamos cansados de muitos requerimentos e nenhuma ação prática).  

Exijam do Poder Executivo, (Prefeito), Prática! Ação!  

Exerçam o trabalho de Vossas Excelência$, dado pelo povo, legislando (criando leis) para que tenhamos Políticas Públicas Municipais, voltadas para o ciclismo. Fiscalizem o executivo. 

Os (as) Ciclistas Invisíveis de Jequié, também requerem.

Fonte: Movimento @cicloolhar
Cicloolhar.blogspot.com 14/03/2021

#cicloolhar "É preciso resolver as questões de infraestrutura das cidades que ainda priorizam os carros".

 
#cicloolhar BR 116, Jequié/BA, (Crisman Bispo) “Cris” é mulher; trabalhadora da indústria de calcados Ramarim; ciclista orgânica/raiz, moradora do bairro “Curral Novo”, utiliza sua bicicleta para chegar ao trabalho. 
 
No mês da mulher, especialmente, muitos assuntos são abordados sobre equidade de gênero em diversos setores da sociedade. Ainda há diversas barreiras para as mulheres dentro da construção de cidades inteligentes e a questão cultural interfere diretamente na diferença entre os gêneros, já que sua rotina, geralmente, inclui múltiplos destinos, além do envolvimento de filhos e/ou idosos. Para contribuir com o tema, a Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, realizou uma pesquisa com usuárias de seus sistemas de bicicletas compartilhadas.

A pesquisa aponta que saúde física e mental é um fator decisivo alto entre as mulheres. No levantamento, mais de 72% das usuárias concordam que perceberam uma melhora em seu dia a dia quando passaram a pedalar e 80% se sentem mais livres e independentes. Dentre os principais fatores para pedalar, 27% delas destacam, prioritariamente, a importância de ter uma vida mais saudável. Na sequência, os motivadores são considerar o modal um transporte mais rápido e prático (19%) e por ser sustentável (16%).

Para Carolina Rivas, diretora que está à frente do Comitê de Diversidade e Inclusão e da área de ESG da Tembici, para democratizar e pluralizar ainda mais o acesso às bicicletas é preciso resolver as questões de infraestrutura das cidades que ainda priorizam os carros. Além disso, é necessário um olhar atento para as questões de segurança no trânsito, onde o maior sempre deve ter o papel de proteger o menor. “Os investimentos dos poderes públicos em relação à micromobilidade têm impacto direto nos padrões de viagem das mulheres. 44% das respondentes da pesquisa disseram que acham boa a infraestrutura cicloviária em suas cidades, mas que vêem muito potencial de melhorias e mais de 87% se sentem motivadas a pedalar com a disposição de ciclovias em seus trajetos. 54% delas afirmaram que deixariam de usar de vez outros meios de transporte pela bicicleta, se a situação viária melhorasse”, comenta a executiva.


Sobre a metodologia: A Tembici realizou a pesquisa entre a última semana de fevereiro e primeira de março. As respostas foram coletadas de forma online em um questionário enviado aos usuários do projeto Bike Itaú.

Sobre a Tembici

A Tembici é a empresa líder de micromobilidade na América Latina, responsável por mais de 50 milhões de deslocamentos com bicicletas nas principais capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife e Porto Alegre, além de Santiago, no Chile, e Buenos Aires, na Argentina.

Considerada uma das startups mais promissoras e inovadoras do país, pela lista das 100 Startups to Watch (2020), ao longo dos últimos anos a empresa acompanhou o aquecimento do setor de micromobilidade no mundo e, devido ao seu modelo de negócio e qualidade do produto, registra crescimento sólido e contribui diretamente para consolidar a bicicleta como um modal de transporte nas cidades em que atua.

Ariane Hipolito ariane@vcrpbrasil.com (98) 99247-8669