Circulação na contramão, engarrafamento e infração dos limites de velocidade: os riscos da febre das bicicletas elétricas #cicloolhar

imagem: campanha redes sociais Movimento @cicloolhar

Com mais de 850 mil veículos elétricos leves circulando no país, crescimento desse tipo de transporte é impulsionado pela busca por deslocamentos rápidos, mas convivência com pedestres e carros nem sempre é pacífica.

Mais de 850 mil bicicletas elétricas e outros veículos elétricos leves já circulam pelo Brasil. A expansão desse tipo de transporte, impulsionada pela busca por deslocamentos mais rápidos nas grandes cidades, também tem sido acompanhada por um aumento dos acidentes e de conflitos com pedestres, ciclistas e motoristas.

A convivência nas ruas e ciclovias nem sempre é pacífica. Imagens exibidas pela reportagem do Fantástico mostram atropelamentos, colisões e usuários trafegando em alta velocidade entre pedestres. Veja vídeo aqui.

"Eu ando sempre vigiando. Mas é assim mesmo, ne? Todas as cidades têm essas bicicletas", resume um pedestre.

O crescimento do uso é explicado, principalmente, pela praticidade. Em uma cidade como São Paulo, por exemplo, onde congestionamentos chegam a ultrapassar mil quilômetros, muitos trabalhadores trocaram o carro pela bicicleta elétrica.

"Às vezes eu alugo a bicicleta elétrica e economizo uns 10 minutos de trajeto", contou um ciclista. Outro afirmou que alterna entre a bicicleta convencional e a elétrica para reduzir o desgaste físico.

Mas a facilidade também trouxe novos desafios. Na Avenida Faria Lima, um dos principais corredores de ciclovias da capital paulista, a reportagem encontrou um verdadeiro "engarrafamento" de bicicletas elétricas. Nem mesmo quem trabalha diariamente sobre duas rodas está satisfeito.

"Está insuportável, não dá para rodar", disse um entregador. "Tem muita bicicleta elétrica, patinete e bicicleta normal. A gente tem que estar sempre atento."

Durante o percurso, a reportagem flagrou diversas irregularidades. Ciclistas atravessando cruzamentos com o sinal vermelho, circulação na contramão e veículos aparentemente acima da velocidade permitida.

Embora as bicicletas elétricas saiam de fábrica limitadas a 32 km/h, especialistas afirmam que parte dos equipamentos é adulterada para superar esse limite.

A pedido do Fantástico dois peritos mediram a velocidade dos veículos na ciclovia da Faria Lima. As medições registraram bicicletas circulando a 34 e até 35 km/h.

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), veículos elétricos que ultrapassam 32 km/h deixam de ser classificados como bicicletas elétricas e passam a ser considerados ciclomotores, categoria proibida em ciclovias e ciclofaixas.

Os especialistas também alertam para o potencial de gravidade dos acidentes.

Segundo um dos peritos ouvidos pela reportagem, um atropelamento a 32 km/h produz um impacto equivalente ao de uma pessoa caindo de uma altura entre quatro metros e meio e cinco metros.

A discussão sobre limites de velocidade já chegou ao poder público. A Prefeitura de São Paulo encerrou, no mês passado, uma consulta pública para regulamentar a circulação de bicicletas elétricas e veículos autopropelidos. Entre as propostas está a redução da velocidade máxima para 20 km/h em qualquer via da cidade.

Representantes da Associação Brasileira do Veículo Elétrico defendem uma regulamentação, mas ponderam que ela deve considerar as características de cada tipo de infraestrutura. A entidade propõe limites de até 25 km/h em algumas ciclovias e redução para 20 km/h em pistas de mão dupla.

Também afirma que equipamentos acima de 32 km/h só circulam em ciclovias quando foram adulterados, o que exige fiscalização.


Juntos/as, faremos com que o uso de capacete se torne algo normal no cotidiano de quem anda de bicicleta.

Jequié: momento histórico! #cicloolhar

imagem: campanha do Movimento @cicloolhar nas redes 

Agência da Caixa Econômica Federal, disponibiliza primeiros paraciclos públicos, nunca antes vistos, na zona central de Jequié, no interior do Estado da Bahia, município com mais de cento e cinquenta e oito mil habitantes, segundo o último censo demográfico do IBGE. Infelizmente, Jequié é apontada como uma das cidades mais violentas do Brasil, pelo Atlas da Violência 2026, ocupando a 2ª colocação nacional,

Prefeitura de Jequié ignora ciclistas: continua sem construir estruturas para o ciclismo em zonas populares da cidade. Onde não existem paraciclos e bicicletários públicos!



julho/2026

Selo do Programa Bicicleta Brasil 2025 #cicloolhar


O Movimento Ciclo-Olhar está certificado no âmbito do Programa Bicicleta Brasil 2025, na categoria iniciativas da sociedade civil, como propagador da cultura da bicicleta. Iniciativa habilitada e homologada pela Portaria SEMOB/MCID nº 1.292, de 7 de novembro de 2025, o movimento passa a fazer jus ao uso do Selo do Programa Bicicleta Brasil 2025, promovido pelo Ministério das Cidades/Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana do Governo Federal.


maio/2026

Campanha estimula doação de capacetes e equipamentos de segurança para ciclistas em todo o Brasil. #cicloolhar

Dado Galvão, do Ciclo Olhar entrevistado no ‘Hora de Notícias’, da JRTV Web

O Movimento Ciclo-olhar, sediado em Jequié, criou a plataforma Ciclo-olhar Bem Comum, uma ferramenta desenvolvida com inteligência artificial para facilitar a doação de capacetes e equipamentos de segurança para ciclistas de baixa renda. Através do site oficial, ciclistas de qualquer parte do País podem se cadastrar tanto para oferecer itens novos ou usados quanto para manifestar interesse em recebê-los.

O idealizador do projeto, ciclista Dado Galvão, revelou em entrevista ao “Hora de Notícias”, do Blog Jequié Repórter/TV Web, em parceria com a Agência AM de Notícias e transmissão em tempo real pela Rádio Cidade 104,9 FM, que a ideia é dos participantes pensarem globalmente agindo localmente, aproximando doadores e receptores de uma mesma região para estimular um “ciclismo mais fraterno”.

A iniciativa busca democratizar o acesso à proteção, defendendo que todo ciclista merece pedalar seguro, independentemente de sua condição financeira. Galvão destaca que o uso do capacete pode salvar vidas e prevenir traumas neurológicos graves em caso de impactos. “Acreditamos que, ao tornar o uso desses equipamentos algo comum no cotidiano, é possível gerar uma mudança comportamental profunda, incentivando hábitos seguros como não pedalar na contramão”, explica.


Campanha estimula doação de capacetes e equipamentos de segurança para ciclistas em todo o Brasil. #cicloolhar


O Movimento Ciclo-olhar, sediado em Jequié, na Bahia, criou a plataforma Ciclo-olhar Bem Comum, uma ferramenta desenvolvida com inteligência artificial para facilitar a doação de capacetes e equipamentos de segurança para ciclistas de baixa renda. Através do site oficial, ciclistas de qualquer parte do País podem se cadastrar tanto para oferecer itens novos ou usados quanto para manifestar interesse em recebê-los...(CLIQUE AQUI E LEIA MAIS)

Por Roberta Soares, JCPE/UOL, abril de 2026 

A Tarde: plataforma incentiva doação de equipamentos para ciclistas #cicloolhar


Conteúdo extraído do jornal A Tarde, versão impressa: Salvador, Bahia, 28 de março de 2026, matéria de Jackson Souza.

Ciclista: você pode doar um capacete novo, usado, receber; ou apenas partilhar. #cicloolhar

cartaz digital da campanha do Movimento Ciclo-olhar 

O Movimento Ciclo-olhar, disponibiliza à plataforma Ciclo-olhar Bem Comum, desenvolvida com ferramentas gratuitas de inteligência artificial, para estimular e facilitar doações de capacetes novos ou usados e equipamentos de segurança pró-ciclismo, para ciclistas de baixa renda.

Ciclistas de qualquer parte do Brasil, interessados/as em realizar ou receber doações, podem se inscrever na plataforma, no endereço: (cicloolhar.com.br) onde existe de forma bem simplificada, orientações de como publicar um equipamento para doação. No mesmo ambiente virtual, ciclistas interessados/as, em receber doação de equipamento, podem manifestar interesse, para isto, o interessado/a deverá também se inscrever na plataforma.

Todo processo de doação é realizado de maneira autônoma, entre o doador e o receptor da doação, basta que ambos estejam registrados na plataforma.

Segundo o ciclista e documentarista Dado Galvão, idealizador do movimento, a ideia é conectar ciclistas de todo o Brasil, para doar e receber capacetes e outros equipamentos de segurança pró-ciclismo, aproximando ciclistas locais, estimulando o ciclismo humanitário e fraterno. “São ciclistas: ‘pensando globalmente e agindo localmente’, mais próximos de suas cidades e regiões”.

“Juntos/as, faremos com que o uso de capacete se torne algo normal no cotidiano de quem anda de bicicleta. Desejamos que o uso de capacete se torne cada vez mais comum à medida que vemos mais ciclistas usando,” destaca, Galvão.

A campanha originalmente idealizada pelo movimento, começou de forma local, em maio de 2021, doando e arrecadando capacetes novos e usados, na cidade de Jequié, sudoeste da Bahia. Logo, o exemplo foi seguido por ciclistas de outras cidades e estados, que assistiram em redes sociais, vídeos de algumas doações realizadas no município baiano.

Além de capacetes novos ou usados, o movimento busca promover, segundo o seu idealizador, doações de equipamentos como: coletes refletivos; kit de iluminação; buzinas e luvas. “Um capacete pode salvar a vida de um ciclista, amenizar impacto e prevenir traumas neurológicos. Ciclista que pedala usando um colete refletivo, utiliza iluminação na dianteira e traseira da bicicleta está mais visível no trânsito, imagine aquele/a ciclista que pedala dia e noite, que transita em rodovias para chegar em casa, atitudes simples, podem fazer uma grande diferença, proteger e salvar vidas”.

O movimento acredita e incentiva que “todo ciclista merece pedalar protegido, independente da condição financeira, social ou cultural. Para romper estas barreiras é preciso que o uso de capacete se torne cada vez mais comum à medida que vemos mais ciclistas usando. Isto vai impactar em outras ações, mudança comportamental, hábitos, normas sociais e autoimagem como: usar capacete e outros equipamentos de segurança, essenciais para proteção e visibilidade do ciclista no trânsito, dentre outras ações básicas de consciência, por exemplo: não andar de bike pela contramão”, aponta, Dado.

Ciclo-olhar, orienta, que os equipamentos postados para doação deverão estar em bom estado de conservação e com data de vencimento válida. Alerta aos doadores, que exijam comprometimento do/da ciclista que irá receber doação de capacete ou outro equipamento: “caro doador/a antes da data combinada para entregar a sua doação, exija compromisso do/da contemplado/a com a sua doação. Comprometimento de usar o equipamento de segurança doado, sempre que andar de bicicleta”

Na plataforma é sugerido que os/às doadores/as escrevam uma breve carta ou um bilhete, para entregar ao/a ciclista que irá receber a doação do equipamento, “enfatizando a importância de sempre usar capacete e equipamentos de segurança para andar de bicicleta”. Mantendo e estimulando o gesto que nasceu nas primeiras doações de capacetes realizadas pelo movimento.

Selo do Programa Bicicleta Brasil 2025 #cicloolhar


O Movimento Ciclo-Olhar está habilitado no âmbito do Programa Bicicleta Brasil 2025, na categoria iniciativas da sociedade civil, como propagador da cultura da bicicleta. Iniciativa habilitada e homologada pela Portaria SEMOB/MCID nº 1.292, de 7 de novembro de 2025, o movimento passa a fazer jus ao uso do Selo do Programa Bicicleta Brasil 2025, promovido pelo Ministério das Cidades/Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana do Governo Federal.

Evento de encerramento do Prêmio Bicicleta Brasil 2025, em reconhecimento às iniciativas premiadas e às entidades que receberam o Selo em 2025.

 Local: SesiLab – Brasília/DF.  Data: 25 de março de 2026.

A programação contará com a realização de um seminário temático, seguido de cerimônia de premiação, proporcionando um espaço qualificado para o compartilhamento de experiências, o fortalecimento institucional e a confraternização entre os participantes.

Ministério das Cidades/Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana do Governo Federal, fevereiro/2026

O ciclista Jesus nas rodovias da morte #cicloolhar


Mais um ser humano ciclista, ainda não identificado, atropelado em uma movimentada rodovia brasileira, quando andava de bicicleta. Segundo informações do IML Instituto Médico Legal, o ciclista não estava portando documentos e possivelmente foi atropelado por um veículo não identificado, quando andava de bicicleta pelo acostamento da rodovia, o DPT Departamento de Polícia Técnica, recolheu o corpo e o que restou da bicicleta, ambos arremessados em direção ao matagal existente nas margens da rodovia, no local não existem câmeras de monitoramento e provavelmente não acontecerá perícia e investigação policial.

Um ciclista nômade, passava pelo local, quando o DPT, removia o corpo e os destroços da bicicleta, o nômade aparentava ter 33 anos de idade, possuía barba e cabelos longos, fortes cicatrizes nas mãos e pés, ao retirar o capacete desbotado pelo sol, era visível também cicatrizes na testa, o ciclista parecia levar tudo que precisava, em dois alforjes reciclados feitos com túneis de plástico, adaptados no bagageiro de uma velha bicicleta barra circular.

Quando o veículo do DPT, popularmente conhecido como “rabecão” ou “Uber do governo”, estava prestes a sair do local, o nômade ciclista, então disse: “talvez aquele adesivo brilhante no quadro da bicicleta, onde está escrito, “guiado por Jesus”, ajude a revelar quem é este ser humano”, e continuou; “vejo quase todos os dias situações como estas, envolvendo ciclistas como eu”. Alguém então respondeu com um conhecido e preconceituoso clichê: “pedalar na BR é pedir para morrer; lugar de bicicleta não é na rodovia!”

Andar de bicicleta é um direito, seja nas ruas ou rodovias, movimentadas ou não, o direito de ir e vir é constitucional. Segundo orientações da PRF Polícia Rodoviária Federal, “motoristas devem redobrar a atenção ao transitar próximos a bicicletas. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em seu Art. 201, determina que o condutor deve guardar a distância lateral mínima de 1,5 metro ao ultrapassar ciclistas. O descumprimento configura infração.

Plaquinhas reflexivas e refletivas do Movimento @cicloolhar

Ainda segundo a PRF, “a adoção de medidas simples pode evitar tragédias. Para os ciclistas, algumas recomendações são fundamentais: manter-se sempre à direita da via, utilizando o acostamento ou ciclofaixa, quando disponível; usar capacete de proteção; pedalar em fila quando em grupo; e, em período noturno, equipar a bicicleta com dispositivos de iluminação, além de vestir roupas claras e refletivas para ampliar a visibilidade”.

Basta uma rápida pesquisa na internet e fica evidente o aumento crescente de ciclistas atropelados e mortos em rodovias federais que cortam o Brasil, segundo informações do site Bike Registrada, “algumas rodovias federais brasileiras se destacam pelo número elevado de acidentes com ciclistas. Rotas movimentadas, como BR-101, BR-116 e BR-381, registram colisões graves com frequência, principalmente em trechos sem acostamento adequado ou com tráfego pesado. A ausência de infraestrutura segura transforma trajetos curtos em riscos significativos, especialmente quando ciclistas dividem espaço com veículos grandes. Falta de sinalização e fiscalização contribui para ultrapassagens arriscadas e desrespeito à distância mínima exigida por lei”.

5 de dezembro de 2025, um ciclista foi atropelado e morto na BR 116, trecho próximo ao distrito do Baixão, Jequié, Bahia, 
vídeo: Wellington Ferreira/Jequié Urgente.

Em agosto de 2025, segundo matéria da Agência de Notícias da Câmara, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados, aprovou o Projeto de Lei 3084/21, do Senado, que obriga a União a implantar ciclovias nos trechos de rodovias federais ou interestaduais sob sua responsabilidade, que tenham tráfego. O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovada pelos deputados sem alterações, a proposta seguirá para sanção presidencial.

Provavelmente, só teremos análise do projeto na próxima legislatura, no ano de 2026, acontecerá eleições para presidente da república, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, sendo assim, na esperança de um congresso renovado e mais produtivo para o Bem Comum, na condição de ciclistas cidadãos/ãs, podemos exigir, cobrar dos/das candidatos/as que irão se apresentar na disputa eleitoral, compromissos verdadeiros, no âmbito municipal, estadual e federal, com pautas, projetos, incentivos e leis concretas, que preservem a vida de quem anda de bicicleta e contribui para sustentabilidade da nossa Casa Comum. Somos (nós) responsáveis por eleger legisladores e governantes.

Se a pedalada cidadã não acontecer agora, vamos continuar ouvindo e cantando “em berço esplêndido”, “Perfeição”, da atemporal, Banda Legião Urbana: “vamos celebrar nosso governo e nosso Estado, que não é nação; vamos comemorar como idiotas, a cada fevereiro e feriado; todos os mortos nas estradas; vamos celebrar nossa justiça; nosso castelo de cartas marcadas; é a festa da torcida campeã; vamos festejar a violência; vamos celebrar o horror de tudo isso com festa, velório e caixão; só a verdade me liberta”.

Destroços da bicicleta do ciclista atropelado na BR 116, trecho próximo ao distrito do Baixão, Jequié, Bahia, 
foto: extraída do vídeo de Welington Ferreira/Jequié Urgente.
 
O veículo do DPT, partiu rumo ao IML, levando mais um ser humano sem vida, machucado, ensanguentado, sem identificação, morreu andando de bicicleta, sentindo o vento no rosto e o barulho do motor dos mais variados automóveis, contraste reflexivo, vivenciado cotidianamente pelos/pelas ciclistas que resistentemente transitam em rodovias e ruas, sinais da mobilidade esperança.

Inesperadamente, partiu pedalando lentamente pelo acostamento da rodovia, o nômade ciclista, quando, de repente, foi ultrapassado por um velho caminhão amarelo, Mercedes-Benz 1113, que “tirou um fino”, passando muito próximo do ciclista, nas duas portas traseiras do baú do caminhão, uma imagem grande plotada nas portas do baú, a foto de um ciclista jovem e sorridente, andando livremente de bike, abaixo no para-choque traseiro do caminhão, estava escrito em letras garrafais: "eis o meu filho amado”.

Dado Galvão é ciclista e documentarista, idealizador do Movimento @cicloolhar
dezembro/2025

10 de dezembro: dia internacional dos Direitos Humanos/Dignidade Humana #cicloolhar

Plaquinhas reflexivas e refletivas do Movimento @cicloolhar

Convidamos você, como ciclista e cidadão/ã que pedala na nossa Casa Comum, para conhecer a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (resolução 217 A III) em 10 de dezembro 1948. Lembre-se andar de bicicleta é um direito. Nas ruas e estradas! 

Movmento @cicloolhar, dezembro/2025.

Programa e Prêmio Bicicleta Brasil 2025 #cicloolhar

Mobilidade e Fé: 13 de outubro, dia de Nossa Senhora de Ghisallo, padroeira dos/das ciclistas. #cicloolhar

Plaquinhas refletivas e reflexivas do Movimento @cicloolhar 

A história de Nossa Senhora de Ghisallo, padroeira dos/das ciclistas, remonta a uma aparição da virgem Maria para um conde medieval que se refugiava de bandidos em uma capela na colina de Ghisallo, na Lombardia, Itália. A partir de 1949, o Papa Pio XII a proclamou padroeira dos/das ciclistas, e o santuário se tornou um ponto de romaria. 

Origem da Devoção

A tradição diz que a devoção remonta ao século IX ou à época medieval, com a aparição da virgem Maria ao Conde Ghisallo, que o salvou de um ataque de bandidos.

A colina e, posteriormente, o santuário, receberam o nome de Ghisallo em honra ao conde.

A Proclamação como Padroeira dos Ciclistas

A colina de Ghisallo é um local conhecido por ser parte do percurso do Giro di Lombardia, uma importante prova do ciclismo italiano.

O padre da igreja local, Ermelindo Viganò, propôs que a virgem fosse declarada padroeira dos ciclistas devido à devoção que os ciclistas demonstravam na capela.

Em 13 de outubro de 1949, o Papa Pio XII reconheceu oficialmente Nossa Senhora de Ghisallo como a padroeira universal dos/das ciclistas.

O Santuário de Ghisallo

A capela, construída na sua forma atual em 1623, transformou-se no centro de peregrinação para ciclistas de várias partes do mundo. Paredes do santuário são adornadas com objetos deixados como oferendas, incluindo bicicletas, camisas, fotos, flâmulas, medalhas e troféus de ciclistas anônimos e famosos.

Dentro da capela, uma chama eterna arde em homenagem aos ciclistas que morreram.

Significado da Devoção

Nossa Senhora de Ghisallo é invocada como protetora não apenas dos/das ciclistas, mas também de viajantes, peregrinos e desportistas em geral.

No Brasil

O dia de Nossa Senhora de Ghisallo, padroeira dos ciclistas, é 13 de outubro, data que a festa nacional acontece no Brasil, anualmente, em Patos de Minas, Minas Gerais. O dia 15 de abril também é comemorado como o dia internacional dos/das ciclistas, sendo também uma data de homenagens à santa. 

Conheça o movimento dedicado a Nossa Senhora do Ghisallo, no Brasil, clicando aqui. 

Movimento @cicloolhar, outubro/2025

E se o DJ Alok pedalasse em Jequié? #cicloolhar

Na foto: um DJ Alok versão ciclista invisível, na Praça da Bandeira, Centro de Jequié/BA, ao fundo, o terminal de transporte coletivo local, performance: Jil Bike, foto: Movimento @cicloolhar   

O DJ e produtor musical Alok, é uma das principais atrações do milionário São João de Jequié, cidade de mais de 158 mil habitantes, no interior da Bahia. O artista internacional, também é muito conhecido, pela prática do ativismo socioambiental.

Alok vai se apresentar na Praça da Bandeira, coração comercial de Jequié, onde a prefeitura requalificou recentemente, o terminal de transporte coletivo, com valores que ultrapassam, 2 milhões de reais. Na zona central da cidade, as bicicletas na sua grande maioria, pertencentes a trabalhadores, ciclistas invisíveis, são acorrentadas em postes, por falta de paraciclos e bicicletários públicos.

Jequié possui menos de 15 km de ciclofaixas, nenhuma ciclovia, ações pró-ciclismo são raríssimas e tomadas de formas isoladas, sem consultas públicas, por parte da administração municipal. Oposto, ao que determina a (lei federal nº 14.729) sancionada no ano de 2023, que dá mais incentivo ao uso de bicicletas como meio de transporte e (promove a participação popular) no processo de implantação de infraestruturas destinadas à circulação de bicicletas e determina mais uma orientação aos municípios brasileiros. Apesar da bicicleta ser transformada, pela Prefeitura de Jequié, em uma espécie de monumento para fotos, na Avenida Waldomiro Borges, principal avenida da cidade, onde Ilma Cristina, de 54 anos de idade, foi atropelada e morta quando andava de bicicleta, em janeiro de 2023, ano onde, infelizmente, quatro ciclistas foram mortos quando andavam de bicicleta em Jequié.  

De acordo com informações do jornal A Tarde: "em meio à falta de merenda escolar na zona rural de Jequié,  o prefeito Zé Cocá (PP) decidiu gastar mais de R$ 6 milhões para realizar o São João 2025, segundo mostra o levantamento realizado pelo Painel de Transparência do Ministério Público do Estado (MP-BA). Gusttavo Lima foi anunciado como atração do São João da cidade, mas seu nome não aparece no Portal da Transparência". 

Onde a População pode sugerir locais para instalação de paraciclos.

No Recife, capital do estado de Pernambuco, um exemplo simples e concreto de política para o bem comum, desde junho de 2024, a prefeitura possibilita que através do aplicativo Conecta Recife e pelo site da CTTU (Autarquia de Trânsito e Transporte, Polícia de Trânsito), ciclistas podem solicitar instalação de paraciclos para bicicletas no município.

Foto: os paraciclos que estão sendo instalados no Recife/PE, são do modelo U invertido, que é mais indicado para garantir um espaço adequado para as bicicletas, foto: CTTU/divulgação.

Em tempos de urgente crise socioambiental, onde poucos conseguem ostentar, lembrando, que o município de Jequié, foi atingido, em dezembro do ano de 2022, por uma intensa enchente, causando danos, deslocamentos e prejuízos. Perguntamos, para refletir!

Imagine o Alok e seus familiares, morando e pedalando em Jequié. Será que teríamos paraciclos e bicicletários públicos na cidade?

Por aqui, vamos pedalando e cantando, refletindo na nossa individuação ao som de Luiz Gonzaga com participação de Fagner, na versão remix do DJ Alok: "eu perguntei a Deus do céu, ai! Por quê tamanha judiação?"


Dado Galvão é ciclista e documentarista, idealizador do Movimento @cicloolhar
junho de 2025

A bicicleta em Niterói, Rio de Janeiro #CidadeseSoluções #cicloolhar


O jornalista André Trigueiro (Cidades e Soluções, programa da Globo News) mostra em Niterói, Rio de Janeiro, a importância e a infraestrutura da cidade para incentivar o transporte através de bicicletas no Brasil.

Conteúdo: Cidades e soluções, Globo News, maio/2025.

Acorrente sua bike aqui, invisível! #cicloolhar

Debaixo de um ponto para táxi, lugar onde cotidianamente acorrenta sua bike, Andréia Queiroz, segura uma placa de papelão, 
confeccionada pela cicloativista Jil Bike. Foto: Movimento @cicloolhar

Andréia Queiroz, ciclista de meia-idade, trabalha como cozinheira, em um pequeno restaurante no mercado velho, pedala há mais de 5 anos, sempre para transitar de onde mora, no bairro Mandacaru, para o trabalho, na Praça da Bandeira, zona central de Jequié, cidade com mais de 158 mil habitantes, no interior da Bahia.

A ciclista trabalhadora, relata que ao chegar no destino de labuta, ela e colegas de ofício, costumam acorrentar suas bicicletas, em um dos postes de madeira que sustenta uma cobertura de ponto para táxi, em uma das entradas do mercado velho. Andréia, afirma, que ela e colegas, enfrentaram resistência de alguns taxistas do local, que não queriam bicicletas acorrentadas no espaço, mesmo sem as bicicletas estarem causando dificuldade para o estacionamento dos táxis.

“Um dos taxistas fez várias tentativas de tirar a gente do local, chamou até o guarda, que disse: não posso fazer nada. Fomos ficando e ouvindo provocações, acorrentamos nossas bicicletas ali porque estão próximas do nosso local de trabalho, é seguro com sombra”, descreve Andréia.

A Praça da Bandeira é o coração comercial da cidade, onde não existe bicicletário público e seguro ou basicamente paraciclos, local do Terminal de Transporte Coletivo Adalberto Moreira Nascimento, revitalizado pela administração municipal, com valor total de R$ 2.604.042,46 (dois milhões, seiscentos e quatro mil, quarenta e dois reais e quarenta e seis centavos), segundo informações da Prefeitura de Jequié.

O relato da resistente mulher e operária ciclista, traduz aquilo que, infelizmente, está materializado de uma forma muito sólida nas experiências vivenciadas pela cozinheira, no ponto para táxi e também na revitalização do terminal, ambos têm raízes estruturais na forma de entender a bicicleta e suas infinitas possibilidades e diversidade. Ciclistas que enfrentam preconceitos por usarem a bicicleta como um modal, além da ausência de políticas públicas pró-bicicleta, trânsito hostil, e o sentimento real de sentir na pele, a cada pedal, de serem tratados como invisíveis.

Ciclista utiliza o poste de uma placa de trânsito para acorrentar bicicleta, zona central de Jequié - BA, foto: Movimento @cicloolhar

Para que mais pessoas usem bicicletas no Brasil, é preciso que os municípios brasileiros, por meio de políticas públicas, ofereçam pelo menos, o mínimo de estrutura ciclística, construída com participação popular de verdade, escutando especialmente, os que andam de bicicleta, para implementar com qualidade, segurança e eficácia, ciclovias, ciclofaixas, bicicletários e paraciclos, respeitando o jeito local de pedalar e a diversidade do nosso povo.

A Lei Federal nº 14.729, sancionada em novembro de 2023, incentiva o uso de bicicletas como meio de transporte e promove a participação popular no processo de implantação de infraestruturas destinadas à circulação de bicicletas e determina orientações aos municípios.

A UCB (União de Ciclistas Brasileiros) orienta, que os municípios do Brasil, precisam de mais e melhores estacionamentos para bicicletas, disponibilizando gratuitamente no site da entidade, um guia de boas práticas para instalação de estacionamentos de bicicletas: paraciclos e bicicletários em espaços públicos e privados.

No Recife, capital do estado de Pernambuco, um exemplo simples e concreto de política para o bem comum, desde junho de 2024, a prefeitura possibilita que através do aplicativo Conecta Recife e pelo site da CTTU (Autarquia de Trânsito e Transporte, Polícia de Trânsito), ciclistas podem solicitar instalação de paraciclos para bicicletas no município.

“Os paraciclos são primordiais para auxiliar ciclistas em áreas de grande interesse público, como parques, praças, supermercados e escolas. Implantá-los é uma maneira de fortalecer a malha cicloviária da cidade e mostrar ao ciclista que ele é bem-vindo naquele espaço”, sustenta Antônio Henrique, então gerente de Mobilidade Humana da CTTU.

Muitas praças de Jequié foram ou serão revitalizadas ou reconstruídas, a prefeitura ganhou uma nova sede e outras obras públicas estão em andamento ou foram prometidas, lamentavelmente, sem bicicletários ou simples paraciclos.

Para quem fez da bicicleta, de modo inesperado, um monumento para fotos, em uma das principais avenidas da cidade, podemos afirmar, pelo que testemunhamos como cidadão e ciclista, temos quase nada do ponto de vista ciclístico, mesmo sendo visível, muitos/as, aqueles/las que andam de bicicleta cotidianamente por necessidade ou lazer e acorrentam suas bicicletas ao deus-dará. Como nos ensina a sabedoria popular: “são os burros sendo colocados na frente da carroça”.

Temos uma foto(grafia) real, sem filtros de redes sociais, da demagogia e do preconceito dos gabinetes do poder, da omissão dos supostos coletivos de ciclismo, dos políticos e legisladores locais. É a foto revelada, daquilo que se repete silenciosamente em muitos municípios brasileiros.


Exija bicicletários públicos e seguros na cidade onde você pedala.

Dado Galvão é ciclista e documentarista, idealizador do Movimento Ciclo-olhar, abril/2025

Papa Francisco envia mensagem para a Campanha da Fraternidade: “louvo o esforço em propor o tema da ecologia” #cicloolhar

Em julho de 2013, o Papa Francisco ganhou um bicicleta elétrica da submarca Smart, entregue por Dieter Zetsche, presidente da Mercedes-Benz. Durante o encontro, os dois conversaram sobre sustentabilidade e mobilidade segura. (Foto: G1/Auto Esporte)

O Papa Francisco enviou sua mensagem à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) por ocasião da Campanha da Fraternidade 2025. No texto, ele felicita a Conferência dos Bispos pela realização da Campanha, há mais de 60 anos. Francisco também louvou o “esforço em propor o tema da ecologia, junto à desejada conversão pessoal a Cristo”.

“Que todos nós possamos, com o especial auxilio da graça de Deus neste tempo jubilar, mudar nossas convicções e práticas para deixar que a natureza descanse das nossas explorações gananciosas”, disse Francisco.

Queridos irmãos e irmãs do Brasil,

Com este dia de jejum, penitência e oração, iniciamos a Quaresma deste Ano Jubilar da Encarnação. Nesta ocasião, desejo manifestar a minha proximidade à Igreja peregrina nessa Nação e felicitar os meus irmãos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil pela iniciativa da Campanha da Fraternidade, que se repete há mais de 60 anos e que neste ano tem como tema “Fraternidade e Ecologia Integral” e como lema a passagem da Escritura na qual, contemplando a obra da criação, “Deus viu que tudo era muito bom” (cf. Gn 1,31).

Com a Campanha da Fraternidade, os bispos do Brasil convidam todo o povo brasileiro a trilhar, durante a Quaresma, um caminho de conversão baseado na Carta Encíclica Laudato Si’, que publiquei há quase 10 anos, em 24 de maio de 2015, e que senti necessidade de complementar com a Exortação Apostólica Laudate Deum, de 4 de outubro de 2023.

Nestes documentos, quis chamar a atenção de toda a humanidade para a urgência de uma necessária mudança de atitude em nossas relações com o meio ambiente, recordando que a atual «crise ecológica é um apelo a uma profunda conversão interior» (Laudato Si’, 217). Neste sentido, o meu predecessor de venerável memória, São João Paulo II, já alertava que era «preciso estimular e apoiar a “conversão ecológica”, que tornou a humanidade mais sensível» (Audiência, 17 de janeiro de 2001) ao tema do cuidado com a Casa Comum.

Por isso, louvo o esforço da Conferência Episcopal em propor mais uma vez como horizonte o tema da ecologia, junto à desejada conversão pessoal de cada fiel a Cristo. Que todos nós possamos, com o especial auxilio da graça de Deus neste tempo jubilar, mudar nossas convicções e práticas para deixar que a natureza descanse das nossas explorações gananciosas.

O tema da Campanha da Fraternidade deste ano expressa também a disponibilidade da Igreja no Brasil em dar a sua contribuição para que, durante a COP 30 do próximo mês de novembro, que se realizará em Belém do Pará, no coração da querida Amazônia, as nações e os organismos internacionais possam comprometer-se efetivamente com práticas que ajudem na superação da crise climática e na preservação da obra maravilhosa da Criação, que Deus nos confiou e que temos a responsabilidade de transmitir às futuras gerações.

Desejo que esse itinerário quaresmal dê muitos frutos e nos encha a todos de Esperança, da qual somos peregrinos neste Jubileu. Faço votos que a Campanha da Fraternidade seja novamente um poderoso auxílio para as pessoas e comunidades desse amado País no seu processo de conversão ao Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e de compromisso concreto com a Ecologia Integral.

Confiando estes votos aos cuidados de Nossa Senhora Aparecida, concedo de bom grado a Bênção Apostólica a todos os filhos e filhas da querida nação brasileira, de modo especial àqueles que se empenham no cuidado com a Casa Comum, pedindo que continuem a rezar por mim.

Roma, São João de Latrão, 11 de fevereiro de 2025, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes.

Franciscus

Para baixar a mensagem em PDF, clique aqui

Ciclistas e a invisibilidade no trânsito: Rodovias federais que cortam a Bahia registraram mais de 4 mil acidentes no último ano. #cicloolhar


Ciclistas: a invisibilidade no trânsito

Outro grupo vulnerável quando se trata de trânsito são os ciclistas. Segundo a PRF-BA, eles foram vítimas de 104 sinistros de trânsito nas rodovias federais que cortam a Bahia em 2024. Esses casos resultaram em 12 mortos e 128 feridos. Neste ano, já são 19 acidentes, com quatro óbitos e 18 feridos.

Dado Galvão, ciclista e idealizador do Movimento Ciclo-olhar, que defende maior segurança aos ciclistas no trânsito, afirma que muitos dos acidentes envolvendo ciclistas, no entanto, não são registrados. Ele afirma que há uma prevalência de casos que só viram números quando acontece morte.

No trânsito urbano, as causas mais comuns de acidentes envolvendo ciclistas incluem falta de atenção, ausência de ciclofaixas, transitar na contramão e falta de campanhas de conscientização. Já nas rodovias, os acidentes são causados, sobretudo, por falta de sinalização pró-ciclismo, velocidade, problemas de visão, e utilização de drogas para se manter acordado.

A falta de estrutura propícia para ciclistas desponta como principal agravante dos acidentes, porque o uso comum das pistas dificulta a visão de veículos maiores. “Quando estou pedalando e faço paradas nas BRs, tenho dialogado muito com caminhoneiros sobre a presença de ciclistas nas rodovias do Brasil. A principal observação dos diálogos é a dificuldade de visualização de alguns ciclistas, o que, segundo os caminhoneiros resultam em atropelamento de saída de pista”, diz Dado Galvão.

Para os condutores de veículos maiores e mais pesados, o ciclista pede que haja maior cuidado com quem está de bicicleta. “Fique atento ao posicionamento e trajetória dos veículos ao seu redor, evite ultrapassar pela direita, sinalize quando virar ou mudar de faixa, reduza a velocidade quando visualizar que um ciclista está próximo, sem preconceito, porque bicicleta também é um veículo/modal”, pontua.

10 dicas para ciclistas se protegerem no trânsito:

1) Sempre usar capacete

2) Não pedalar na contramão

3) Pedalar em fila indiana, se estiver em grupo

4) Antes de mudar de lado em uma via, utilizar braços e mãos para sinalizar

5) Usar equipamentos de sinalização na bicicleta

6) Pedalar sempre do lado direito da via onde não existem ciclovias e ciclofaixas

7) Prefira roupas claras para se tornar visível

8) Use adesivos refletivos na bicicleta

9) Mantenha os pneus calibrados

10) Evite vias com velocidade superior a 60 km/h

LEIA MAIS AQUI