Em 1 minuto: Na labuta, “Val Camelô" recebe capacete doado por você.

Julival Santos Nascimento é “Val Camelô”, 59 anos de vida, desde os 12 anos, trabalhador informal, Val, trabalha vendendo utensílios domésticos nas ruas de Jequié - Bahia, fez da sua velha bicicleta, ferramenta de trabalho, na busca do pão nossa de cada dia.

Já está nas mãos de trabalho de “Val Camelô”, bike-operário, (mais um capacete doado por você). É giro de labuta, com segurança e dignidade pela sobrevivência humana.

Você tem um capacete de bike encostado em casa?

Entre em contato com a gente: (Instagram: @cicloolhar, Facebook: Ciclo-Olhar, WhatsApp: (71) 98825 - 1105, Blog: Cicloolhar.blogspot.com), ciclistas que tem um pouco mais, ajudando ciclistas que tem um pouco menos. Somos o Movimento Ciclo-olhar, andamos de bicicleta e fotografamos, acreditamos no ciclismo humanizado.

jan/2022

Em 1 minuto: A ciclista dona Arly e o capacete doado por você.

Dona Arly Cleudes Mota, 56 anos, moradora do bairro Jequiezinho, em Jequié - Bahia, começou a pedalar por recomendação médica, sua casa foi afetada pelas chuvas. Ela ficou sabendo da campanha de doações de capacetes do Movimento Ciclo-Olhar, escreveu via WhatsApp para o movimento, com vigor de ciclista, anda de bicicleta todos os dias.

Celebramos a vitalidade de dona Arly, com mais um capacete doado por você. É pedalada com segurança, solidariedade e vontade de viver.

Você tem um capacete de bike encostado em casa?

Fale com a gente: (Instagram: @cicloolhar, Facebook: Ciclo-Olhar, WhatsApp: (71) 98825 - 1105, Blog: Cicloolhar.blogspot.com). Ciclistas que tem um pouco mais, ajudando ciclistas que tem um pouco menos.

Movimento Ciclo-Olhar, andamos de bicicleta e fotografamos. Acreditamos no ciclismo humanizado.
 
jan/22

Em 1 minuto: doações de capacetes de bike em Jequié - BA.


O nosso giro de hoje acontece em Jequié, na Bahia, e vai ao encontro da senhora Roquelina, mãe de pequenos ciclistas, moradora da Av. Senhor do BonFim, pelo Instagram, ela escreveu para o Movimento Ciclo-olhar, depois de ficar sabendo da campanha de doações de capacetes.

Agora os pequenos ciclistas Elias e Daniel, graças a sua doação, vão pedalar brincando com segurança.

Tem um capacete de bike encostado em casa?

Entre em contato com a gente: (Instagram: @cicloolhar, Facebook: Ciclo-Olhar, WhatsApp: (71) 98825 - 1105, Blog: Cicloolhar.blogspot.com), ciclistas que tem um pouco mais, ajudando ciclistas que tem um pouco menos. Somos o Movimento Ciclo-olhar, Andamos de bicicleta e fotografamos, acreditamos no ciclismo humanizado.

jan/22

Plaquinhas #cicloolhar Feliz 2022

Que os nossos giros em 2022 (na nossa Casa Comum) sejam testemunhos concretos que nos humanizam para humanizar.
Na mobilidade nossa de cada dia, desejamos para você e família:

1 – Proteção
2 – Saúde
3 – Paz
4 – Bem
5 – Sabedoria
6 – Justiça
7 – família
8 – Dias melhores
9 – Você de bike
10 –
11 –
12 (...) 

E o que mais tu desejar vindo do mais humano que existe dentro de você.
Movimento @cicloolhar #cicloolhar

Jesus ciclista, marginalizado, bike-operário.

 

Jesus é um ciclista de 33 anos de idade, trabalhador informal, vive em um bairro periférico de uma grande metrópole brasileira, oriundo da Venezuela, país mais pobre da América Latina,segundo o FMI, chegou ao Brasil na pré-pandemia, pela fronteira norte, pedalando e caminhando com outros(as) compatriotas, dentre eles(as) pai e mãe, ingressaram em território brasileiro pela cidade de Pacaraima no estado de Roraima, onde todos os dias chegam venezuelanos(as), jovens, crianças e idosos, fugindo da fome, miséria e opressão, uma diáspora.

Mistérios da vida, coincidência, etc, o ciclista refugiado, fez amizade com um motorista de aplicativo de nacionalidade brasileira, que tinha o nome semelhante ao seu, Jesus, que desabafou, afirmando sobre os inúmeros aumentos nos preços dos combustíveis, “inviável continuar na ‘labuta’, obter algum lucro e levar o pão nosso de cada dia para casa, além de outros gastos como gás e aluguel”, diz o brasileiro. 

 

3° Concurso Cultural de foto(grafia) #cicloolhar Foto vencedora: Lidiane Gonçalves, Uauá - BA.


Hoje 10/12, Dia Internacional dos Direitos Humanos, refletimos na foto(grafia) da ciclista Lidiane Gonçalves da Silva, da cidade de Uauá - Bahia, que andar de bicicleta, estar imunizado(a) e ter acesso à vacinação (é um Direito Humano), prática do (Bem Comum) pensando na nossa (Casa Comum), exercício da cidadania para o bem estar da coletividade local e global.

Nossas condolências aos familiares das vítimas da pandemia. Aos sequelados pela Covid19 e aos que ainda lutam pela vida nos hospitais, nossa esperança, solidariedade, acreditando em dias melhores. Que a Justiça alcance quem transformou pandemia na "festa da torcida campeã".
 
 "A vacinação vai muito além de uma escolha individual, pois, para que as vacinas mostrem resultado em uma sociedade, é preciso que a maior parte das pessoas se vacinem.

Ao se vacinar e incentivar a vacinação, você protege as pessoas que você ama, porque haverá menos possibilidade de trazer o vírus consigo para casa, e ainda protege as pessoas da sociedade que ainda não puderam ou que não podem se vacinar. 

A Vacinação aos poucos nos permite fazer o que gostamos, interagir com amigos, participar dos ciclos, de voltar a nossa rotina. Viva a ciência!!! Gratidão à Deus por ter a oportunidade desse momento".
(Lidiane Gonçalves da Silva  @oxe_lidiuaua Uauá - Bahia).
 
 

OS CAÇA-CICLISTAS, UNIDADE DE JEQUIÉ - BAHIA. Por: Dado Galvão, Revista Bicicleta.

Jequié é uma cidade de mais de 150 mil habitantes, no interior baiano, onde “Jil Bike”, mulher e cicloativista, colocou em setembro de 2020, placas de papelão em postes, para reivindicar políticas públicas para o ciclismo.

Ciclistas fizeram uma vaquinha em janeiro de 2021, e colocaram na Avenida César Borges, um outdoor, exigindo do executivo e legislativo local, políticas públicas em defesa da bicicleta.

O executivo municipal logo respondeu, prometendo (sem dialogar com os ciclistas e coletivos) a construção de 6 km de “ciclovia”, na Avenida César Borges, que é bastante utilizada pelos munícipes para práticas esportivas. Doravante, mesmo com a publicação do aviso de licitação no diário oficial do município, em maio deste ano, promessa de “ciclovia”, virou promessa de 6 km de “ciclofaixa”, sem nenhum comunicado oficial da administração municipal sobre o porquê da assustadora desconformidade,
alardeada pelo prefeito em suas redes sociais no Dia Nacional do Ciclismo...

 

Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça e uma missão a celebrar!

 

O Cineasta Dado Galvão é o entrevistado de hoje do programa Talentos da Nossa Gente e vai falar sobre suas produções e os desafios para conseguir retratar a vida e os acontecimentos por meio das lentes de sua câmera.

Conteúdo TV Jequié, nov/21

3° Concurso Cultural de (Foto)grafia do Movimento @cicloolhar

 
Plaquinhas @cicloolhar cidadania, para refletir sobre o Dia 20 de novembro, "Consciência Negra".

Participe do 3° Concurso Cultural de (Foto)grafia do Movimento @cicloolhar para refletir e celebrar o dia (Internacional dos Direitos Humanos, (10/dezembro). Tema: Respeite quem pedala diferente de você.
 
#cicloolhar para inspirar: Ciclistas Invisíveis no Centro de Jequié - Bahia, a cidade de placas de papelão. Foto: Dado Galvão, Movimento @cicloolhar

 

CICLOCOSMO: "As coisas que se manifestam sem nos avisar"

 Erika Sallum, com o capacete em mãos, e sua amiga Talita Noguchi.
Aguardando para fazer exame de sangue logo após o pedal (Foto: Diego Cagnato)

Fico imaginando como deve ter sido doloroso para a Erika receber a notícia de que tinha câncer de mama, e que teria um longo e duro tratamento pela frente, e que seria obrigada a abdicar das suas loucas viagens de bike pelo mundo, por um certo tempo.

Foi no finzinho de 2015, enquanto tomava banho, que Erika sentiu um caroço —já bem grande— em sua mama direita. Ela nunca me contou os detalhes daquele dia —com quem estava, onde estava, o que sentiu… Erika tentava me preservar de suas mais dolorosas angústias. Queria viver e ser vivida, sem as “limitações” trazidas pela doença.

No começo de 2016, logo após a confirmação do diagnóstico, Erika se resignou. Por um tempo —talvez um mês ou dois— se manteve fechada no quarto abraçada ao irmão, depois ao pai, enquanto assimilava sua nova vida. Certamente foi um duro processo de transformação até que ela bravamente rompesse a pupa e começasse a voar por aí, encarando de frente o mundo que tanto amava.

Com a força dos amigos e de seu amor pela bicicleta, ia pedalando às sessões de quimioterapia. Entrava no hospital de sapatilha e jersey. De cabeça erguida, com capacete nas mãos, deixava à mostra sua nova realidade —tinha câncer, mas não renunciava aos grandes prazeres de sua vida.

Erika assumiu então uma grande obra social: ressignificar a doença e se doar como exemplo, publicamente, de que “sim, dá para desviar dos perrengues e curtir a vida”.

Em 2017, já curada de seu câncer primário, a jornalista criou, em parceria com a Folha, o Ciclocosmo. Apesar da proposição aparente ser a bike e o universo que a cerca, este blog sempre foi um espaço de defesa dos direitos humanos. Quem lê o Ciclocosmo sabe que aqui o assunto é sobre política, sobre igualdade de gênero, de raça, de classe e sobre todas as questões sensíveis ao convívio social —como a saúde da mulher.

Em junho de 2019, quando Erika e eu nos reencontramos —e nos apaixonamos—, o câncer já havia se espalhado pelos ossos. Era uma grave metástase. Os prognósticos já haviam sido dados, e ela não tinha muito o que fazer. A luta, em seu caso, não era mais em eliminar a doença, mas sim em viver da melhor forma possível os poucos anos que a restavam.

Já calejada pela experiência de 2016, quando além dos cabelos e da auto-estima, perdeu também a companhia de um namorado ordinário que temia pela contaminação da própria saúde, Erika decidiu não comunicar a ninguém sobre sua curta sobrevida. Queria viver normalmente, sem assustar parentes e amigos. Claro que sua inabalável ética não deixava aquela peculiar escolha interferir no futuro de quem intimamente se aproximava. Comigo, por exemplo, Erika foi muito clara. Após nosso primeiro beijo, ela me segurou firme pelos ombros, olhou fundo em meus olhos e disse: “tenho metástase. Se quiser seguir em frente, ao meu lado, é importante que aceite e seja muito sincero comigo. Não tenho mais tempo a perder”.

Sou eternamente grato à Erika. Nos dois anos e dois meses que convivemos e namoramos, findados com sua morte, aprendi valores que os 41 anos anteriores não haviam me trazido.

Ficar tão triste por algo que se foi, indica que foi significante enquanto existiu. Não importa o quanto durou, mas como foi vivido. E posso dizer com todo orgulho, foram os dois anos e dois meses mais bem vividos de toda minha vida.

Câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil. Como alerta ou como alento, certamente Erika publicaria aqui algum lindo texto falando do tema.

Para o oncologista Vladmir Lima —médico da Erika, e que ela tanto amava—, do hospital A.C. Camargo Câncer Center, apesar da evolução do tratamento do câncer de mama, “é importante uma mudança de comportamento. Criar na mulher a consciência de que a mama é um órgão que merece atenção especial”.

Doutor Vladmir indica que o auto-exame —com o qual a Erika descobriu seu tumor— detecta o câncer já em evolução, e que esse método, apesar de super importante, não é o caminho ideal para a contenção da doença. Cada mulher deve se preocupar em fazer um acompanhamento médico preventivo desde cedo. O conhecimento sobre os fatores de risco, sejam genéticos (histórico familiar) ou de comportamento (tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, entre outros), deve ser tratado com atenção para determinar quando cada mulher precisa começar a prevenção com mais afinco. “Algumas devem começar já aos 20 anos de idade”, alerta o doutor.

Ter o acompanhamento de um ginecologista e mastologista e realizar mamografia preventiva, é direito de toda mulher brasileira. Tais serviços, hoje já amplamente oferecidos e mesmo assim ainda subutilizados pela população, podem ser obtidos gratuitamente através do SUS em hospitais públicos. Tal prática é essencial para a saúde da mulher, e deve ser valorizada não apenas por ela, como também pelos homens que a acompanham —marido, namorado, pai, irmãos ou amigos.

Carinho e amor são muito importantes, salvam a dignidade feminina tanto na prevenção quanto no tratamento.


INFORMAÇÃO

Para entender mais sobre fatores de risco, prevenção e tratamento, uma boa fonte de informação é essencial. O oncologista Vladmir Lima indica a leitura da Cartilha do Câncer de Mama do INCA (Instituto Nacional de Câncer). Clique aqui para saber mais.

Conteúdo: Caio Guatelli, Ciclocosmo - Folha de São Paulo, nov/21

O CICLISMO ROBOCOP, por: Dado Galvão, Revista Bicicleta.

Bons equipamentos, acessórios, uniformes e uma boa bicicleta são importantes, para pedalar com segurança, conforto, tecnologia, porém não nos faz um/uma ciclista maioral, ter acesso ao que existe de melhor no ciclismo não nos dar o direito de classificar quem é ciclista ou não, aros de bicicletas 26 ou 29, forma de vestir, não devem ser utilizados para medir o estrato social de ciclistas.

Se vestir como o RoboCop, não nos concede o direito de policiar quem são os maiorais na comunidade ciclística, seres humanos não podem ser medidos com o quadro de ferro, alumínio ou carbono. Respeitamos os adeptos do mercantilista ciclismo RoboCop, contudo que sejamos respeitados nas infinitas formas de pedalar, que nasce da subcultura da bicicleta.

Propomos que pergunte para o seu grupo, o que nós (como coletivo) temos feito para pressionar o legislativo e executivo local para que tenhamos políticas públicas para o ciclismo na (nossa) cidade? 
 
Vamos criar mobilizações, um consórcio da cidadania pró-ciclismo, pressionar os congressistas para que o preço da bicicleta, acessórios e equipamentos ciclísticos sejam mais acessíveis com uma carga tributária justa. (LEIA MAIS AQUI, NO SITE DA REVISTA BICICLETA)
 

3° Concurso Cultural de foto(grafia) #cicloolhar Artêmio José Lagoia, Abaetetuba - Pará.

 
out/21

3° Concurso Cultural de Fotografia @cicloolhar

O Movimento Ciclo-Olhar realiza o 3° Concurso Cultural de Fotografia @cicloolhar com o tema: (Respeite quem pedala diferente de você), para refletir sobre o dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado em 10 de dezembro, para lembrar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 10 de dezembro de 1948, pela Assembleia Geral das Nações Unida (ONU). 

É o terceiro concurso cultural realizado pelo movimento, desde 2019, para refletir e celebrar com olhar de ciclista, na simplicidade de andar de bicicleta que nos une de forma universal, sobre a valorização da dignidade humana, respeito ao ser humano, proteção da vida e da mobilidade humana na construção e promoção do ciclismo humanizado.

O *Ciclo-Olhar mais criativo *(foto mais criativa), será divulgado no dia 10/12, o autor(a) receberá uma plaquinha @cicloolhar refletiva e uma camisa do movimento com o tema do concurso.  

Só serão aceitas fotos enviadas via e-mail (dadogalvao@gmail.com), com nome completo do autor da fotografia, cidade, estado e um pequeno texto ou frase contextualizando a foto(grafia).       

Nos links abaixo veja os vencedores de anos anteriores.

2020: Concurso Cultural @cicloolhar Tema: Mulher Ser Humano Como Você! (Ciclista vencedora: Suzana Leide Garcia Couto, Assis Chateaubriand – Paraná), (Plaquinha Cidadania, Agraciada: Jilmara Gonçalves, "Jil Bike").

2019: Concurso Cultural @cicloolhar Tema: Bicicleta + Direitos Humanos. (Ciclista vencedor: Fabrício Fernandes de Santana, Arataca – Bahia). 

Movimento @cicloolhar out/21

Na Revista Bicicleta: reflexão #cicloolhar (Ciclistas de Plástico)

 
out/21

Voluntários estão usando bicicletas e triciclos doados pelo ACNUR para alcançar pessoas em situação de vulnerabilidade ​​no leste da Ucrânia.



Voluntários e assistentes sociais receberam 228 bicicletas e 35 triciclos elétricos para visitar as comunidades 
localizadas perto da linha de contato no leste da Ucrânia. Foto: © ACNUR / Pavlo Pakhomenko 
 
Ievdokia Chepel é como muitas pessoas mais velhas no leste rural da Ucrânia, e sofre de problemas de saúde. O conflito de sete anos na região e, mais recentemente, a pandemia de COVID-19 agravaram a sua sensação de isolamento.

Durante décadas, ela trabalhou numa fábrica, mas aos 77 anos está aposentada e viúva. O seu filho morreu no ano passado, e ela raramente vê a sua filha e neta que vivem em Luhansk, a segunda maior cidade da Ucrânia, do outro lado da linha de contato que divide o território governamental e não governamental.

“Me sinto muito isolada e sozinha. É difícil viver sozinha”, disse em meio às lágrimas. Mas, desde o ano passado, a ajuda chegou de forma inesperada: sobre três rodas.

Tetiana Vasiukova carrega o seu triciclo elétrico com suprimentos em uma vila da região de Luhansk. Em seguida, ela visita as comunidades locais para prestar ajuda e companhia a residentes isolados.

Muitas das pessoas que ela visita foram deslocadas pelo conflito e outras, como Ievdokia, correm o risco de serem forçadas a deixar suas casas.

“Me sinto muito grata por Tetiana me visitar regularmente”, disse Ievdokia. “Ela está cuidando de mim e me ajudando. Isso me deixa muito melhor”. (LEIA MAIS AQUI)

Por: Victoria Andrievska em Stanytsia Luhanska, Ucrânia, ACNUR, out/21

Tem um capacete para criança ou adulto encostado em casa?

Mariela Santos Gomes, 24 anos de idade, solteira, desempregada há mais de 5 anos, é mãe de uma garotinha ciclista de 3 anos de idade, vivem no Residencial Vida Nova 2, no bairro popular do Jequiezinho, em Jequié - Bahia.

Desde o ano de 2016, Mariela não encontra uma ocupação no mercado de trabalho local, se vira como pode para sustentar o lar e cuidar para que não falte nada para sua pequena ciclista, incluso segurança. Como mãe de ciclista escreveu para o Movimento Ciclo-Olhar, via Instagram, contando um pouco da sua situação e pedindo a doação de um capacete infantil.

ADULTOS SEMPRE POR PERTO E USO DE CAPACETE.


Em entrevista ao site G1, o ortopedista José Antônio Veiga Sanhudo, presidente da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé (ABTPé), explica que é importante sempre a supervisão dos pais, quando crianças estiverem pedalando, tanto para bicicletas com rodinhas como os com pedais. Os modelos com rodinha podem tombar principalmente em subidas, enquanto nas balance bikes também é possível algumas pequenas quedas. "Capacete é fundamental", ressalta o médico.

Doações de Capacetes novos ou usados para crianças e adultos, fale com a gente: Jequié e Salvador/BA (71) 98825 1105, Vitória da Conquista/BA (77) 98148 0440, Cajazeiras - Paraíba (83) 99103 3079, Irecê/BA (74) 99949 9854, Macapá - Amapá (96) 98100 0019 Instagram: @cicloolhar Facebook: Ciclo-Olhar, Blog: CicloOlhar.blogspot.com

 ASSISTA AO VÍDEO 

  

Movimento @cicloolhar out/21 

 

Tem um capacete de bike encostado em casa?

 
Meu nome é Maristela Santos Andrade Souza, tenho 50 anos de idade, trabalho como técnica de laboratório e moro no bairro Espírito Santo em Jequié - Bahia, sou uma ciclista ativa, fui incentivada pelo meu esposo Josias Ribeiro Souza, de 62 anos de idade, representante comercial que está desempregado, se recuperando de uma cirurgia complexa no coração. A bicicleta foi o cupido que nos uniu como cônjuge.

Estamos vivendo um momento difícil: cirurgia, desemprego e o dinheiro que ganho trabalhando como técnica, ficando cada vez mais escasso para as nossas despesas básicas, sobrevivência.

Um colega que trabalha como vigilante, falou para mim sobre a campanha de doações de capacetes usados do Ciclo-Olhar, então eu escrevi via Instagram para o movimento. 
 
Doações de Capacetes novos ou usados, fale com a gente: Jequié e Salvador/BA (71) 98825 1105, Vitória da Conquista/BA (77) 98148 0440, Cajazeiras - Paraíba (83) 99103 3079, Irecê/BA (74) 99949 9854, Macapá - Amapá (96) 98100 0019 Instagram: @cicloolhar Facebook: Ciclo-Olhar, Blog: CicloOlhar.blogspot.com 
 
ASSISTA AO VÍDEO 
 

Movimento @cicloolhar outubro/21

Namore uma mulher que pedala. #cicloolhar


“Dedicado este texto para todas as mulheres e todos os homens que têm o privilégio de ter uma mulher que pedala ao seu lado. Feliz é o homem que tem uma grande mulher ao seu lado todos os dias! “

Ela jamais achará estranho se você não está nem aí para um automóvel ou se a sua bike vale mais que um veículo motorizado.

Ela jamais irá estranhar se vocês irem juntos em um hotel de bicicleta. Na verdade, vai adorar causar com você para com as pessoas que acham isso estranho.

Ela não vai te chamar de louco se você chegar na casa dela após 150 km de pedal, mas sim morrer de desejo, pois ela provavelmente relacionará isso ao seu desempenho físico.

Ela dificilmente irá ter gosto de cigarro na boca, pois sabe tão bem quanto você a importância do fôlego na bike.

Ela sabe que você a acha linda, seja com as maquiagens mais caras ou com a lama da trilha na cara.

Ela não vai se importar se você chegar sujo de barro ou suado em casa, pois provavelmente ela vai estar igual a você.

Ela não vai ter nojinho de te beijar suado e sujo de terra, se ela também estiver assim, certamente este será um dos beijos mais apaixonantes que você terá.

Ela nunca vai ter ciúmes da bicicleta, pois ela também terá uma e esse será um dos elos do amor de vocês. (LEIA MAIS AQUI)

Bicicleta, café e dignidade.

Joel Santos, 55 anos, morador de Jequié, cidade de mais de 150 mil habitantes, no interior baiano. Desempregado e ciclista, Joel, viu no aterro sanitário local, sua única oportunidade para levar sustento para família, trabalhando na informalidade com reciclagem, o ciclista tem três filhos e, “quando o lixo tá bom”, fatura o suficiente para “comer”, diz.

Pedalando com uma velha bicicleta sem freios, transitando quase todos os dias da semana na BR 116/Rio Bahia, no perímetro urbano de Jequié, geralmente para ir ao aterro e regressar para casa, localizada no Conjunto Habitacional Segredo, no bairro periférico Curral Novo.

O operário informal utiliza bicicleta desde criança, no giro cotidiano pela sobrevivência, pedala levando na mão esquerda uma garrafa térmica, onde leva café, no sábado 18/9, recebeu do Movimento @cicloolhar seu primeiro capacete.

Andar de bicicleta e beber café pode não resolve todos os nossos problemas, mas, pelo menos, no giro do exemplo de resistência e luta do ciclista invisível Joel, no trânsito da vida pela sobrevivência e dignidade humana, nos acorda, movimenta, lembrando-nos que historicamente existe um bolo cada vez mal dividido e distribuído nas Cafeterias Brasis, frequentadas por uma minoria privilegiada, resquícios saudosistas quiçá da “política do café com leite”.

Doações de Capacetes novos ou usados, fale com a gente: Jequié e Salvador - Bahia (71) 98825 1105, Vitória da Conquista - Bahia (77) 98148 0440, Cajazeiras - Paraíba (83) 99103 3079, Irecê - Bahia (74) 99949 9854, Macapá - Amapá (96) 98100 0019 Instagram: @cicloolhar Facebook: Ciclo-Olhar, Blog: CicloOlhar.blogspot.com 

Assista ao vídeo


 
Dado Galvão, Movimento @cicloolhar set/21