#cicloolhar #refugiados "Crise na Venezuela: o drama dos milhares de bebês sem nacionalidade nascidos na Colômbia".

Foto: Performance #cicloolhar #refugiados (VEJA FOTOS AQUI)

Diego acompanha sua mãe todos os dias. Julia, mãe do bebê, se dedica a vender sacos para lixo e material de limpeza em uma das melhores áreas de Bogotá. Ela chegou à Colômbia há dois anos, Diego nasceu nove meses atrás.

"Eu não sei que procedimento devo fazer nem onde devo registrá-lo", disse a mulher à BBC News Mundo. A criança é um dos mais de 20 mil casos de bebês nascidos de imigrantes venezuelanos na Colômbia que não têm nacionalidade.

As crianças apátridas, ou seja, sem nacionalidade, são um tema de "alta preocupação" para organizações internacionais como o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que defende a adoção de medidas urgentes nestes tipos de situações. (LEIA MAIS)

junho/2019 

#cicloolhar #sonoticiaboa


Só quem é ciclista sabe das maravilhas que encontra pela frente nos passeios, principalmente os que se aventuram em trilhas no meio da natureza e em lugares distantes das grandes cidades.

Agora eles estão fotografando essas cenas do Brasil e postando em um novo perfil do Instagram, o CicloOlhar.

A página, criada este mês, tem mais de 300 fotos que mostram desde paisagens e cenas inusitadas até momentos de carinho, de amizade, de simplicidade, histórias de superação e solidariedade vistos ao longo dos percursos. (VEJA MAIS)

junho/2019

#cicloolhar Respeite. Ser humano como você!

Na foto: @dedeacorreia e @dadogalvao junho/2019

Quem ganhou uma plaquinha refletiva no estilo @cicloolhar personalizada pelo @respeiteumcarroamenos foi a Ciclo Cadeirante Andréa Correia. Assista: Rodas da Liberdade de @dadogalvao https://youtu.be/C0b_g6rV8Q0

Foto(grafia)...

"Mude o ângulo. E sua visão também mudará". 
No espírito #cicloolhar foto(grafia) e reflexão da ciclista @giselinovaiss



junho/2019

#cicloolhar A bicicleta como ferramenta de emancipação da mulher.

Mulheres defendendo o direito ao voto em Londres, no início do século XX

“Andar de bicicleta fez mais pela emancipação da mulher do que qualquer outra coisa no mundo”, dizia a feminista americanaSusan Anthony, no final do século XIX. E não sem motivo: a magrela deu liberdade de deslocamento para as mulheres, permitindo que fossem sozinhas de um lugar ao outro, e ajudou a mudar o vestuário que limitava seus movimentos.

Naquela época, médicos como o francês Phillipe Tissié afirmavam que pedalar faria mal às mulheres, podendo causar até esterilidade feminina. Outros afirmavam que a bicicleta seria indecente, porque traria prazer pela “fricção nas partes íntimas”. Talvez fosse uma argumentação criada em torno da recusa em aceitar que as mulheres conquistassem essa autonomia, mas felizmente já havia quem defendesse seu uso, como o também francês Ludovic O’Followell, que afirmava que pedalar fazia bem à saúde feminina. (Leia mais)

junho/2019

#cicloolhar Brasil teve 65,6 mil assassinatos em 2017, revela Atlas da Violência; número é maior que o divulgado pelas autoridades de segurança.

Performance #cicloolhar Cemitério São Lazaro, Jequié/BA, @dadogalvao

Estudo feito pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública considera registros do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde. São 1.707 mortes a mais que o divulgado pelos órgãos de segurança no país. Relatório alerta para violência contra jovens, negros, mulheres e população LGBTI+. Mortes por arma de fogo atingem patamar recorde. (Leia mais)



junho/2019

#cicloolhar pedalada intermunicipal: Jequié-Aiquara-Jequié/BA, 104Km.

A mãe terra na estrada da vida, contemplada pelo #cicloolhar nos 104km Jequié-Aiquara-Jequié(BA) @dadogalvao Na foto: Selma Fernandes.


Jequié-Aiquara-Jequié(BA), foram 104km, seguimos pedalando no ritmo #cicloolhar @dadogalvao


Rodovia, branquinho, sombra e mãos amigas de uma criança para ajudar no alongamento. A mulher e ciclistaSelma Fernandes, pedalou 104km no ritmo #cicloolhare nós registramos a força e determinação de uma ciclista nordestina. Participação da plaquinha #cicloolhar personalizada pelo @respeiteumcarroamenos Foto: @dadogalvao


Foram 104km pedalando, Jequié-Aiquara-Jequié(BA).no ritmo #cicloolhar é possível contemplar a mãe terra nas mais variadas cores. @dadogalvao

Foram 104km pedalando, Jequié-Aiquara-Jequié(BA) no ritmo #cicloolhar pedalando e partilhando foto(grafias) #cicloolhar @dadogalvao


Elas estão pedalando cada vez mais! São quatro mulheres ciclista na estrada, rumo ao município de Aiquara/BA, com direito a plaquinha do @respeiteumcarroamenos na bike. #cicloolhar da ciclista: @tamysluz


Céu azul e muitas pedaladas na estrada com destino ao município de Aiquara/BA, #cicloolhar da ciclista @agustinhocibele
junho/2019

#cicloolhar Luz com L de Livros.


"Hoje enquanto eu pedalava, pude observar de longe ela a folhear o livro que disponha ...cena rara, poucos recursos , mas querer é poder! E ela segue fazendo sua parte mesmo diante de tantas limitações". Foto(grafia) da ciclista Fabrícia Oliveira @ffauzinha, comunidade da Barragem de Pedras em Jequié/BA.

maio/2019

#cicloolhar Rodas da Liberdade: vida de uma cadeirante inspira ciclistas em Jequié.

Andréa Correia, ciclo cadeirante, carinhosamente chamada pelos amigos de "Dedea". Foto: Dado Galvão, Ciclo-Olhar

Foi em uma cotidiana pedalada noturna pelas ruas de Jequié, cidade de aproximadamente centro e sessenta mil habitantes, no sudoeste baiano, que o documentarista e ciclista Dado Galvão, conheceu a pedagoga e ciclo cadeirante Andréa Correa. Da abordagem realizada por Dado no trânsito, para tirar uma foto, nasceu Rodas da Liberdade, vídeo-reflexão sobre determinação, superação, coragem, inclusão, trânsito, mobilidade e bicicletas.

Vale a pena assistir ao vídeo até o final e compartilhar. No mês em que o Movimento Maio Amarelo, chama a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo.


"Meu nome é Andréa, sou pedagoga, cadeirante, nasci com uma deficiência chamada Osteogênese Imperfeita caracterizada por ossos frágeis. Desde criança tive muita dificuldade de locomoção não só por não conseguir andar, como também pelos problemas impostos pela própria deficiência. Devido á fragilidade óssea, era necessário muito cuidado para me locomover de um, lugar para o outro, transformando a minha mobilidade ainda mais difícil. 

Quando eu tinha mais ou menos uns 8 anos de idade, meu pai me deu de presente um velotrol (triciclo infantil), o que pra mim teve um grande significado, pois de certa forma de me dava uma maior liberdade pra me locomover com mais conforto tanto em casa como na calçada da minha rua. Aos 14 anos tive minha primeira cadeira de rodas que usava apenas para ir à escola. Depois da minha primeira cirurgia corretiva no fêmur com 16 anos, passei a usar cadeira de rodas de forma definitiva. A partir daí fui construindo uma nova percepção do significado da cadeira na minha vida e passei a não mais vê-la como algo negativo ou limitante, mas como um instrumento que me possibilitava mais liberdade e independência. 

Percorrendo essa trajetória de possibilidades, conheci, há um ano atrás, o Kit Livre, um acessório motorizado que transforma a cadeira de rodas em um triciclo elétrico. Uma solução simplesmente maravilhosa na minha vida, pois além da liberdade, me proporcionou uma autonomia incrível! 

Certo dia, indo para o meu trabalho, fui abordada por um ciclista, eu diria “um tanto diferente” (risos), que se apresentou e falou um pouco do seu trabalho e projeto em torno da bicicleta como veículo alternativo e possível, para ser utilizado no cotidiano da vida e inserido de forma digna no contexto do trânsito. Assim, Dado Galvão, pediu para tirar algumas fotos minhas utilizando o Kit Livre e me pediu autorização para divulgar as imagens e usar o meu exemplo de mobilidade para incentivar outras pessoas a perderem o medo de conquistar seus espaços no trânsito. 

Fotografia tirada por Dado, quando fui abordada no trânsito em 18/04/19.

Percebendo a dimensão da causa e a sensibilidade de Dado, aceitei prontamente o desafio! A história foi tendo outros desdobramentos e encontros e reencontros foram acontecendo no percurso. Descobrimos amigos em comum envolvidos no mesmo sentido e visão de mobilidade. Vídeos, fotos, entrevistas foram sendo construídos, a fim de levar as pessoas a uma nova consciência de mobilidade e inclusão. Conhecer Dado Galvão e o seu trabalho, renovou minhas esperanças e encheu meu coração de alegria, por saber que o mundo está cheio de possibilidades e elas nascem de um olhar sensível que consegue enxergar o outro com empatia, respeito e amor, transformando nossos atos em sementes plantadas em boa terra, que a seu tempo, colherá bons frutos! 
À Dado Galvão. Toda minha gratidão e admiração!"

Andréa Santana Correia 

23 de maio de 2019, CicloOlhar.blogspot.com

Para alguns pode até parecer clichê, mas alertaremos sempre, Jequié está pedalando. RESPEITE!


maio/2019

#cicloolhar Jequié: Pedalar é um Direito!

Ciclista pelo direito de pedalar, Luiz e Tamy Souza 

maio/2019

#cicloolhar O bicicletário dos(as) ciclistas operários(as) invisíveis.

Bicicletário da Flex Calçados Ramarim. Bicicletas, operários e originalmente ciclistas orgânicos.

Quando um ciclista da melhor idade visita o bicicletário dos operários. Bicicletário da Flex Calçados Ramarim.

O bicicletário dos operários(as), ciclistas originalmente orgânicos, ainda invisíveis em Jequié/BA.

O bicicletário dos(as) ciclistas operários(as) invisíveis.
Fotos: @dadogalvao

Maio/2019

#cicloolhar Presença do Mercosul.

É natural encontrar nos semáforos de Jequié/BA, artista de rua, uma presença concreta e cultural do MERCOSUL, boa parte são migrantes de países como: Argentina, Uruguai e Paraguai. Artistas que exercem sua cidadania MERCOSUL, em meio ao trânsito estressado, trabalhando com arte e cultura pela sobrevivência com dignidade. Foto: @dadogalvao

Maio/2019

#ciclOOlhar Rodas da Liberdade, mobilidade.

Fotografou: Edvaldo Santos, maio/2019