#ciclOlhar: devagarzinho tá nascendo...


Fábrica artesanal...

Dona Hilda Maria e família na fábrica artesanal de vassouras de palhas nas margens da estrada da Barragem de Pedras em Jequié (BA).
Foto: Dado Galvão, mar/2017

Vassouras de palhas...

Nas margens da estrada da Barragem de Pedras, dona Hilda Maria e família fazem vassouras de palhas para vender em Jequié (BA). 
Foto: Dado Galvão, mar/2017

#ciclOlhar


Estrada da Barragem de Pedras, ciclistas orgânicos em Jequié (BA), foto: Dado Galvão, mar/2017

8 de março: dia internacional da mulher.

Foto: Dado Galvão, mar de 2017

5h45 da manhã do dia 8 de março de 2017, BR 116, Jequié (BA), “Cris” é mulher; trabalhadora da indústria de calcados Ramarim; ciclista orgânica; moradora do bairro “Curral Novo”, utiliza sua bicicleta para chegar ao trabalho de segunda a sexta. “Cris” mulher latino-americana, no seu suor cotidiano, simplicidade e anonimato representa a luta por conquistas e igualdades de muitas mulheres famosas e anônimas mundo afora. 

“A bicicleta fez mais pela emancipação das mulheres do que qualquer outra coisa no mundo”. (Susan B. Anthony em 1896)

Uma questão de Direitos Humanos

Foto: 19° BPM/Jequié, fev/2017 Dado Galvão

“PMs do estado do Espírito Santo com salários sem correção há 7 anos, PMs do estado do Rio de Janeiro não estão recebendo salários, Aumentam mortes de PMs em SP, BA e outros estados, sucateamento da frota, armas ultrapassadas e falta de condições adequadas para o trabalho em vários estados brasileiros”.

#ciclOlhar

Foto: Dado Galvão, fev/17

"Seu Juvenal" 57 anos, ciclista orgânico, catador de papelão, Juvenal pedala há cerca de 30 anos, utiliza a bicicleta para transportar papelão que geralmente são recolhidos no Centro de Jequié.

O Dia em que Trump assinou a ordem executiva para construir o muro com o México.

Foto: Dado Galvão, jan/17

O presidente Donald Trump deu nesta quarta-feira o primeiro passo para cumprir uma promessa de destaque na campanha que o levou à Casa Branca: a construção de um muro entre o México e os Estados Unidos. A assinatura do decreto para reforçar a fronteira, fundamentado no argumento falso de que a imigração provoca insegurança e crime nos Estados Unidos, coincide com a visita à Casa Branca do ministro mexicano de Relações Exteriores, Luis Videgaray. Em uma entrevista à rede ABC, Trump disse que o muro começará a ser construído dentro de “meses” e que “de algum jeito” o México “reembolsará” o custo aos EUA. Leia Mais 

Açougue Brasil: “Mil homens com lanças se matando".

Foto: Dado Galvão jan/17

Ciclista orgânico no Centro de Jequié (BA), bicicletas: saúde, ativismo, mil e uma utilidades.

Foto: Dado Galvão jan/17

Branco & Negro...

Barragem de Pedras Jequié (BA) jan/2017 Dado Galvão

Barragem de Pedras Jequié (BA) jan/2017 Dado Galvão

Presença da violência em todos os lugares...

Foto: placa na calcada da Igreja Mundial do Poder de Deus em Jequié (BA), Dado Galvão 10/jan


"QUE O PASTOR SE RECUPERE!


Posso discordar de pregadores de outra igreja, como é o caso também do apóstolo Waldomiro da Igreja Mundial, mas não aceito que alguém se alegre com o fato de alguém ter tentado matá-lo.

Quando três vezes tentaram matar o Papa João Paulo II e um dos assassinos conseguiu feri-lo a ponto de, daquele dia em diante ele nunca mais teve saúde, naquele dia outras igrejas sentiram conosco. Cabe a nós, católicos ,fazer o mesmo.

Discordar na doutrina e nos métodos é compreensível , ficar feliz pelo sofrimento do pregador da outra igreja é demonstração de ódio e de pequenez.

Oro para que ele se recupere". Por: Padre Zezinho, scj

Carcere Brasil...


Do norte ao sul do Brasil: Cadeias Brasil, Penitenciárias Brasil, Cárceres Brasil, Depósitos Brasil,  Açougues Brasil. #ciclOlhar Foto: contentor com ossos de bois e porcos, Centro de Abastecimento Vicente Grilo, Jequié (BA), Dado Galvão, Jan/17

Ser Humano Como Você...


Nossa plaquinha personalizada (RESPEITE SER HUMANO COMO VOCÊ) desenvolvida com muita qualidade pelo Respeite Um Carro a Menos. Na foto o documentarista Dado Galvão em mais uma pedalada #ciclOlhar, urbana e noturna pelas ruas de Jequié, cidade de aproximadamente 170 mil habitantes no interior baiano.


"A presença do Menino Jesus no estábulo demonstra a grandeza de Deus representada na fragilidade de uma criança".

Presépio da Paróquia do Divino Espírito Santo, Jequié (BA). Foto: Dado Galvão/dez 2016.

Montar um presépio em casa já é tradição entre as famílias católicas. É um gesto que ajuda a preparar a celebração do nascimento de Jesus, lembrado em cada Natal.

O presépio deve ser montado no 1º domingo do Advento e desmontado no dia 6 de janeiro, data em que a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.

O termo vem do latim Praesaepe, que significa estrebaria ou curral. A presença do Menino Jesus no estábulo demonstra a grandeza de Deus representada na fragilidade de uma criança.

Origem

Foi criado por São Francisco de Assis em 1223. Ele montou o primeiro presépio em uma gruta, na Itália. Na época, a Igreja não permitia a realização de representações litúrgicas nas paróquias, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, para relembrar ao povo a natividade de Jesus Cristo.

O objetivo de São Francisco era facilitar a compreensão do nascimento de Jesus.

No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do padre José de Anchieta.

Cada figura do presépio tem sua importância:

Os animais

Representam a natureza a serviço do homem e de Deus. No nascimento de Jesus forneceram calor ao local e simbolizam a simplicidade do local onde Jesus quis nascer.

Pastores

Depois de Maria e José, os pastores foram os primeiros a saberem do nascimento do Salvador. Os pastores também simbolizam a humildade, pois naquele tempo a profissão de pastor era uma das menos reconhecidas.

O anjo

Representa o céu que celebra o nascimento de Jesus. É o mensageiro de Deus, comunicador da Boa Notícia. O anjo do presépio, normalmente, segura uma faixa com a frase: “Gloria in excelsis Deo”, que significa: Glória a Deus nas alturas.

Estrela

Simboliza a luz de Deus que guia ao encontro do Salvador e orientou os Reis Magos onde estava Jesus. É a indicação do caminho que se deve percorrer para encontrar o Menino Jesus.

Reis Magos

Belchior, Gaspar e Baltazar eram homens da ciência. Conheciam astronomia, medicina e matemática. Eles representam a ciência que vai até o Salvador e o reconhece como Deus. Segundo São João Paulo II, “a verdadeira ciência nos leva à fé”, pois nos revela a grandeza da criação.

Ouro, incenso e mirra

São os presentes que os magos oferecem ao Menino Jesus. O ouro significa a realeza; era um presente dados aos reis. O incenso significa a divindade, um presente dado aos sacerdotes. Sua fumaça simboliza as orações que sobem ao céu. Dando este presente a Jesus, os magos reconhecem que o Menino é divino. E a mirra simboliza o sofrimento e a eternidade. É um presente profético: anuncia que Jesus vai sofrer, mas também que seu reinado será eterno.

São José

É o pai adotivo de Jesus, o homem que o assumiu como filho, que lhe deu um nome, um lar, que ensinou a Jesus uma profissão: a de carpinteiro. São José deu ao Menino Jesus a experiência de ser filho de um pai terreno.

Maria

É a Mãe do Menino Jesus, a escolhida para ser a mãe do Salvador. É aquela que disse ‘sim’ à vontade de Deus, e por ela a humanidade recebeu Jesus.

Menino Jesus

É o Filho de Deus que Se fez homem, para dar sua vida pela humanidade. “Sendo ele de condição divina, não Se prevaleceu de Sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens” (Filipenses 2, 6-7).

Fonte: Arquidiocese do Rio e Canção Nova 

Vitrine na calçada...

Foto: Dado Galvão/dez 2016

#CiclOlhar: ladeira do viaduto, Av. Rio Branco N° 1298, Centro de Jequié (BA), o artista Jacson Cleber, expõem sua arte/luminárias, defronte sua residência, onde a calcada se transforma em vitrine. Contato do Artista (73) 98880 6568

Epidemia de terror urbano. A taxa de criminalidade cresce na América Latina, apesar do dinamismo experimentado pela região. Drogas, armas e falta de expectativa fazem parte da equação



Deu uma coronhada na janela do Jeep Cherokee cinza. “Abra ou morra!”. Dois olhos vermelhos miravam-no. O motorista tinha que decidir. Estava no coração burguês da Cidade do México. Havia pedestres a menos de dois metros, carros à frente e atrás, e um ladrão de 26 anos a poucos centímetros do seu rosto, empunhando uma pistola. A dúvida durou menos que o medo. O motorista abaixou a janela e imediatamente passou a fazer parte de um grupo muito variado a que, naquele dia, também pertenceram um pai roubado enquanto passeava com suas crianças, uma estrangeira de cabelo dourado sequestrada e violada, quatro estudantes torturados e uma dezena de camponeses baleados. Um dia como muitos outros no México, onde se denunciam 45.000 delitos e outros 400.000 ficam na sombra. Um dia em que, mais uma vez, cresceu essa massa informe e terrível que rouba, viola ou mata e que se define como insegurança.

O conceito é fraco e difuso. Sabe-se que a insegurança se prolifera em cidades e que dispara com o tráfico de drogas. A partir daí, é imprevisível. Muito rapidamente se adapta a qualquer ambiente. Houve uma época em que foi vinculada à pobreza. Há muito tempo essa teoria teve as asas cortadas. Linear demais. A miséria não é causa suficiente. E, às vezes, nem mesmo necessária. AAmérica Latina é um bom exemplo para entender isso.

A área registra uma das maiores taxas de crime do mundo. Mais de um milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Em 11 de seus 18 países, os homicídios têm status de epidemia, ou seja, superam os 10 casos a cada 100.000 habitantes. Há cidades como Caracas, Acapulco, San Pedro Sula e San Salvador onde esse índice é 10 vezes maior. Nesses casos, não se trata de uma epidemia, mas de puro terror.

Mas nem tudo foi ruim para esse território. Ao contrário, a América Latina passou, na década passada, por um dos maiores desenvolvimentos econômicos da sua história. Odesemprego caiu de forma sustentável, 70 milhões de cidadãos saíram da pobreza e o crescimento agregado foi de 4,2% ao ano. Um sonho para qualquer economista. Não para um policial. Com a bonança, a criminalidade também cresceu. Homicídios e roubos alcançaram taxas delirantes. A bem-intencionada correlação (menos pobreza, menos crime) encalhou. A insegurança mostrou ter uma genética mais complexa. Por trás do crime, latejam forças pouco estudadas.

O paradoxo, devastador para os papos de café da Europa Central, foi analisada cuidadosamente pelo Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas(PNUD). Em um relatório referencial, publicado em 2014, constatou-se que a singularidade se move em águas profundas. Nem mesmo há uma relação estreita entre a renda e o crime. Honduras e El Salvador apresentam as taxas de homicídio mais altas, mas sofrem da mesma pobreza que Bolívia e Paraguai, com menores índices de homicídios na região.

Algo parecido acontece com a desigualdade e o desemprego. A redução de ambos, na década prodigiosa, não trouxe consigo, segundo os especialistas daONU, uma queda das mortes e dos roubos. “Consideradas separadamente, a pobreza, a desigualdade de renda e o desemprego não parecem explicar satisfatoriamente os níveis de insegurança na região. Pelo contrário, o crime aumentou em um contexto regional de crescimento dinâmico e de melhoras notáveis nos indicadores sociais. Entender essa particularidade requer aceitar que a violência e o crime não têm explicações simples”, afirma o relatório do PNUD.

Com esses tópicos derrubados, emerge como possível fator causal algo profundamente enraizado na América: as grandes organizações criminais, especialmente as dedicadas ao narcotráfico. Sua capacidade de corrupção, sua penetração nos aparatos estatais e sua letalidade convertem-se em um candidato explicativo de primeira ordem. Mas, novamente, a insegurança escapa dos reducionismos. “O narcotráfico dinamiza o delito, mas não é a origem, seu desaparecimento não mudaria radicalmente o panorama, sempre existirão mercados ilícitos, negócios sujos, diversificação criminal. Legalizar a droga não é uma varinha mágica”, afirma Gema Santamaría Balmaceda, professora do Instituto Tecnológico Autônomo do México e assessora principal do relatório do PNUD.

Por esse ponto de vista, o narcotráfico é mais uma consequência do que uma causa. Há, antes, um terreno fértil, cuja origem é multifatorial e, portanto, difusa. Como qualquer conceito fraco, a insegurança vive em contínua transformação e é suscetível às mudanças sociais. Influenciam-na fatores como expectativas sociais, qualidade do emprego, entornos urbanos massificados e, sem dúvida, as drogas e as armas”.

A faixa resgatada da pobreza não entrou na classe média. Tem um pé dentro e outro fora. Ao menor vendaval pode voltar ao poço

Essas novas tipologias, agrupadas no denominado “delito aspiracional”, representam um dos fenômenos mais disruptivos. E sua explicação não é simples. Os estudos mostram que a franja social resgatada da pobreza durante a década de ouro não entrou diretamente na classe média, mas tem um pé dentro dela e outro fora. Ao menor vendaval, pode ir embora. Forma o chamado “grupo vulnerável” e é a classe mais numerosa da América Latina: aproximadamente 38% da população. Seus empregos são de baixa qualidade, vivem expostos à informalidade econômica e sua mobilidade social é mínima. O desenvolvimento econômico, portanto, não criou uma barreira forte contra o crime. Ao contrário.As ânsias de consumo dispararam, mas não os meios para satisfazê-las. O problema não é a pobreza, mas a falta de expectativas. “As pessoas em situação de pobreza não são necessariamente as que cometem crimes, são as que têm aspirações de alcançar as metas prescritas pela sociedade (roupas de marcas ou celulares de última geração), mas têm desvantagens para materializá-las com empregos ruins ou salários baixos”, afirma o relatório do PNUD.

Junto à insatisfação social, outro detonador é o entorno. Não há zona mais urbanizada no mundo do que a América Latina. Por volta de 80% da sua população vive em cidades. Na periferia da capital do México, uma megacidade de 23 milhões de habitantes, explica, colônias como Desenvolvimento Urbano Quetzalcóatl (68.000 habitantes) não têm uma única biblioteca, mas 450 estabelecimentos de venda de álcool. O bairro, com 70% de desemprego jovem, tem a questionável honra de ser o que mais presos coloca nas cadeias do Distrito Federal.

É em espaços assim que ferve a sopa da violência. Mundos sem memória de melhoras, com empregos de ínfima qualidade e derrotas em toda parte. A lista perfeita para o último ingrediente: o tráfico de drogas. “O narcotráfico exacerba até a caricatura os ideais consumistas da sociedade em que vivemos: carros, mulheres e armas”, explica Andreas Schedler, professor do Centro de Investigação e Docência Econômicas (CIDE) e autor de No Nevoeiro da Guerra: os cidadãos diante da violência do crime organizado.

Nos subúrbios, o narcotráfico atua como elevador social. Oferece o que o sistema nega. Mas exige o uso de armas. E ninguém escapa do impacto de um tiro. Um único assalto com revólver causa medo; dezenas de milhares, terror social. Na América Latina, entre um terço e a metade dos roubos são realizados com armas de fogo. Uma média que sobe para 78% no caso dos homicídios. No Brasil, Chileou Argentina, mais de 60% dos presos reconhecem que tiveram sua primeira arma de fogo antes dos 18 anos. Isso é a insegurança.

Não há muitas barreiras para conter essa maré. A Europa e os Estados Unidos, às vezes, não entendem isso. A polícia, as procuradorias e o Estado são, em grandes zonas da América Latina, entes ineficazes, inexistentes ou estão penetrados pelo narcotráfico. Não totalmente, mas o suficiente para não dissuadir o crime.

A solução exige tempo. Ao redor dela, acumulam-se grandes palavras: educação, redistribuição, abordagens abrangentes. “Não há bala de prata e varia se os países têm uma taxa alta ou baixa de criminalidade, mas, sem dúvida, investimento social e redução da impunidade ajudam”, indica o professor Marcelo Bergman. “Há que ter cuidado com o populismo penal, a mão forte e a tolerância zero. Quem promete remédios em curto prazo não é crível. Mas tampouco tem que se resignar: o esforço social coletivo pode alcançar resultados drásticos em 5 ou 10 anos”, explica Schedler.

E enquanto avança, o crime continua ali. Os mais ricos sabem bem disso. Na América Latina, já há 50% a mais de seguranças privados que agentes de polícia. A vida tranquila existe apenas dentro de uma bolha. O lobo anda pelas ruas. Qualquer um pode ser a próxima vítima. Dá na mesma andar em um bom carro ou por uma rua respeitável. A violência pode aparecer na sua janela. Uma coronhada, dois olhos vermelhos e você terá que decidir. Baixar ou não o vidro.

El País - JAN MARTÍNEZ AHRENS dez/2016

10 de dezembro: dia mundial da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Foto: muro do Colégio Polivalente, Jequié (BA). Dado Galvão

"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade".  (Artigo I DUDH)

Branco & preto

Foto 6/12/16: Praça da Rodoviária, Joaquim Romão, Jequié (BA) Dado Galvão


"É exatamente nesse momento que a fotografia, que é signo porque está no lugar da ideia, do olhar, da maneira de ver do próprio fotógrafo, gera um outro signo, agora a partir da experiência, do conhecimento, do repertório do receptor, e evolui para um outro estágio, não sendo mais apenas uma imagem impressa para esse receptor, mas uma nova ideia sobre a realidade representada, um signo mais evoluído, um interpretante do primeiro signo, como define a teoria peirceana". (Conteúdo UNIARA) 

SEBASTIÃO SALGADO: Acampamento de sem-terra na Fazenda Giacometti, Paraná, Brasil, 1996. Êxodos, pág. 301.


Um poderoso recurso simbólico que organiza o espaço em função do significado perseguido, colocando em relevo todos os detalhes necessários para a expressão do tema e sob o ângulo luminoso mais conveniente, deixando tudo que é acidental e secundário imerso na região da obscuridade insignificante 
(MACHADO, 1984, p. 127).

Na Uniara FM, Dado Galvão fala sobre sua participação no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL.



Áudio da Entrevista de Dado Galvão na FM Uniara, emissora da (Universidade de Araraquara), sobre a participação da foto MERCOSUL GO, no I Prêmio de Jornalismo Cientifico do MERCOSUL, tema: Ciência, Tecnologia e Inovação para Alimentação, uma realização da RECYT (Reunião Especializada em Ciência e Tecnologia no MERCOSUL). 

Reportagem: Vitor Franceschini/Uniara FM.

Mercosul Go: "uma ideia saudável que mexe com o Mercosul e com o Pokémon Go. Cineasta brasileiro concorre a prêmio com imagem em Jequié (Bahia).

Foto: MERCOSUL GO, DADO GALVÃO

Vejam só que sacada bacana do cineasta brasileiro Dado Galvão. 
A imagem é do que ele define como "Mercosul Go" - e é uma bela ideia.

A foto faz alusão ao jogo eletrônico Pokémon Go, popular globalmente. Na perspectiva de uma câmera de Smartphone utilizando a tecnologia (Realidade Aumentada/Augmented Reality), aparecem bandeiras dos países membros e associados do Mercosul, bandeira do bloco, em uma banca de verduras/frutas, na Feira Livre da cidade de Jequié, Bahia, nordeste do Brasil. Smartphone é símbolo popular do acesso à tecnologia, muito acessível.

Quando conectado à internet é possível compartilhar conteúdos científicos, tecnológicos, cambiar experiências que podem causar inovações em defesa de uma alimentação saudável, segura e sustentável para os cidadãos do Mercosul.

Veja neste vídeo a explicação de Dado Galvão para a imagem, com a qual ele concorre no 1° Prêmio de Jornalismo Cientifico do Mercosul



Fonte: Léo Gerchmann, Zero Hora  Outubro/2016


FOTO DE ALUNO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FOTOGRAFIA 
DA UNIARA CONCORRE A PRÊMIO INTERNACIONAL.

O aluno do curso de pós-graduação a distância em Fotografia da Universidade de Araraquara - Uniara, Claudio Galvão da Silva, conhecido como Dado Galvão, está concorrendo com a foto “Mercosul Go” ao “I Premio de Periodismo Científico del MERCOSUR”, que tem como tema “Ciência, Tecnologia e Inovação para Alimentação”. A premiação será realizada em novembro, na sede do Consejo Nacional de Ciencia y Tecnología - CONACYT, em Assunção, no Paraguai.

Dado conta que seu registro faz alusão ao jogo eletrônico “Pokémon Go”, que se tornou popular mundialmente. “Na foto, vista sob a perspectiva de uma câmera de smartphone e utilizando a tecnologia ‘Realidade Aumentada’, aparecem bandeiras dos países membros e associados do Mercosul, e a bandeira do bloco, em uma banca de verduras/frutas, na Feira Livre da cidade de Jequié, na Bahia.

O smartphone é símbolo popular do acesso à tecnologia. Quando conectado à internet, é possível receber/compartilhar conteúdos científicos, tecnológicos, e cambiar experiências que podem causar inovações em defesa de uma alimentação saudável, segura e sustentável para os cidadãos do Mercosul”, explica.

“Mercosul Go” vai além de uma banca de feira, de acordo com o autor da fotografia. “Não são só detalhes de alimentação, comunicação, tecnologia e possibilidades, mas também diversidade, povos, cores e ideias integradas em um espaço comum”, ressalta.

Um vídeo com explicações mais detalhadas de sua obra está disponível para visualização no link https://goo.gl/BtGGy0.

Em sua visão, o Mercosul está muito presente na vida dos brasileiros, “de forma burocrática, com seu nome no novo passaporte, a presença da bandeira em órgãos federais, ações comerciais e alfandegárias, trânsito de pessoas etc”. “Mas é preciso que seus ideais de espaço comum, integração e cidadania estejam mais presentes na imprensa nacional, nas escolas e universidades, na cultura, no debate político e na inclusão social. Conhecemos e dialogamos muito pouco sobre os países que compõem o Mercosul, apesar dos seus 25 anos de existência”, avalia.

Ações como a criação do “I Premio de Periodismo Científico del MERCOSUR” são importantes no campo científico e tecnológico, na opinião de Dado, “e mais ainda, quando se fala do exercício do espaço comum e da cidadania Mercosul”.

O evento é uma realização da Reunión Especializada de Ciencia y Tecnologia del Mercosur - RECyT, organizado pelo CONACYT, com apoio da United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization - UNESCO. Os três primeiros colocados de cada categoria e modalidade receberão uma placa e reconhecimento da RECyT. Outras informações sobre o Prêmio podem ser obtidas no link www.conacyt.gov.py/premio-de-periodismo-cientifico.

Em junho, Dado teve seu vídeo “Ninguém Fica de Fora” (https://goo.gl/a3pfU0) premiado no “Festival do Minuto – Refugiados”, pela Agência da Organização das Nações Unidas - ONU para Refugiados – ACNUR.

"Sensibilidade de expressão"

Um dos expoentes do modernismo do começo do século XX foi Man Ray, um norte americano nascido em 1890 e morto em 1976, e que como todo vanguardista se tornou um artista múltiplo, sendo além de fotógrafo, também pintor, cineasta, desenhista e ilustrador. Em 1915 Man Ray, em contato com a vanguarda de Nova York, Man Ray inicia suas experiências fotográficas que acabam se consolidam a partir de 1921, quando em Paris se integra ao grupo dos dadaístas e passa a se dedicar mais seriamente a fotografia, que considera um meio mais simples e mais rápido para a revitalização das artes visuais, por oferecer um vasto campo para as experiências estéticas. Man Ray consegue isso realizando fotogramas onde os objetos se misturam e perdem sua especificidade, transformando-se em signos.

Man Ray, Venus restaurada 1936 1971

Para ‘revelar’ o mundo é preciso sentir-se implicado no que se enquadra através do visor. Essa atitude exige disciplina de espírito, sensibilidade e senso de geometria. É através de uma grande economia de meios que chegamos à sensibilidade de expressão. Deve-se sempre fotografar com o maior respeito ao sujeito e a si próprio. Fotografar é segurar o fôlego quando todas as nossas faculdades se conjugam diante da realidade fugidia; é quando a captura da imagem representa uma grande alegria física e intelectual. Fotografar é colocar, na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração. (Pós-Graduação em Fotografia - UNIARA) 


Foto:  "Carregue os feridos", Dado Galvão, Centro, Jequié (Bahia), setembro de 2016.

Foto: Packaging Society: Rótulos, código de barra e produtos.Dado Galvão, 
Centro, Jequié (Bahia), setembro de 2016.

"Coragem e a persistência de pensar por si mesmos"

Segundo Gombrich, "no século XIX é que se abriu um verdadeiro abismo entre artistas de sucesso - os que contribuíam para a „arte oficial‟ - e os inconformistas, que só acabavam sendo apreciados depois de mortos” (GOMBRICH, 2009, p. 503). Sendo assim, a história da arte contemporânea não é a história dos mestres de maior êxito e mais bem pagos, e sim dos artistas que "tiveram a coragem e a persistência de pensar por si mesmos, de examinar convenções sem temor e em termos críticos” (ibid, p. 504).

Partilho, abaixo, uma das fotos da performance fotográfica, (Chega de Violência e Extermínio de Seres Humanos), que realizei na cidade onde vivo, Jequié, de aproximadamente 170 mil habitantes no sudoeste baiano, na tentativa de chamar atenção da sociedade e das autoridades, sobre o aumento assustador de mortes violentas por arma de fogo.

Foto: Dado Galvão, performance fotográfica, 

Fotografamos dentro do cemitério do "Curral Novo”, localizado em um bairro carente, onde estão enterrados a maioria das vitimas de violência em Jequié. Levamos bicicletas e ciclistas caracterizados para dentro do cemitério, por entender que a bicicleta é um símbolo global de vida saudável e mobilidade sustentável, assim como o ciclista, que faz uso daquilo que proporciona qualidade de vida, um contraste com a morte prematura por violência urbana.

Para Pareyson (2001), formar significa fazer, inventando ao mesmo tempo o modo de fazer. Esse modo de fazer já está carregado de conceito: é o modo de fazer que transmite a mensagem, o conteúdo. Portanto, para o autor, forma e conteúdo são inseparáveis. É a partir do diálogo entre a materialidade do meio e o momento criativo que as diferentes poéticas se revelam.

Novas formas de sentir...


“Estaríamos nós passando por uma mutação nos modos perceptivos em paralelo às profundas mudanças de nossa realidade? Sabemos que convivemos com a realidade vivida e com a realidade artificial e de repente já não nos damos conta do que é o real ou o virtual, uma vez que estes coexistem e coabitam os mesmos espaços. Serrão (2001), nos fala de novos tipos de solicitação em termos de resposta sensitiva e afetiva que o objeto estético faz ao sujeito e que dificilmente se enquadrariam nos parâmetros das doutrinas clássicas do gosto”. (SERRÃO, 2001 p. 80).

O virtual que transforma o real, Pokémon Go, conseguiu mudar a vida de um adolescente britânico de 17 anos com Autismo, que não conseguia sair de casa, segundo reportagem da BBC/Brasil.

Segundo o Hospital Israelita A. Einstein, Autismo é um “grave distúrbio do desenvolvimento que prejudica a capacidade de se comunicar e interagir. Abaixo descrevo trecho da reportagem escrita da BBC/Brasil.

A mistura de realidade e ambiente virtual tem ajudado a quebrar muitas das barreiras sociais que pacientes autistas sentem quando estão em público.

É o caso de Adam, um adolescente britânico de 17 anos que passou os últimos cinco anos em casa, jogando um game de guerra, o Minecraft.

Adam não aguentava ficar na rua: começava a tremer e se sentir mal, com dor de estômago. Isso apenas por estar entre pessoas, com barulho, falando alto, segundo a mãe do jovem, Jan Barkworth.

O jogo estimulou o adolescente a sair de casa, e Adam passa horas em busca dos animais virtuais. Segundo a mãe, a novidade vem ajudando Adam a interagir com outras pessoas e reforçando os laços com a família.

“A estética, enquanto ciência dedicada às faculdades do sentir, estaria em condições de assimilar tais mutações da sensibilidade no campo da arte e da experiência, a ponto de englobá-las enquanto categorias com a finalidade de ao mesmo tempo, aclarar o entendimento sobre o desenvolvimento das artes e aprofundar o conhecimento sobre a natureza humana? O que devemos levar em conta é se estas seriam novas formas de sentir, do gosto ou do prazer, são de fato algum tipo de alteração na forma como percebemos as experiências humanas ou simplesmente sintomas de uma crise que a filosofia poderia ignorar?” (Ibidem).

Dado Galvão (agosto/2016)

Belo/estética

Foto: estrada da barragem de pedras em Jequié, julho de 2016. Dado Galvão

"Pode-se imaginar a mentalidade e a sensibilidade dos homens que criaram essas obras, mesmo sendo inconsciente essa mentalidade. A criação duma qualquer obra de arte supõe sempre uma certa direção das energias do homem, que corresponde muito exatamente ao que nós pedimos à estética". (BAYER, 1978 p. 15)

Enquadrados por variadas janelas.

Foto: Dado Galvão/Ciclo-Olhar

“A Televisão modificou radicalmente a nossa organização cultural ao levar os acontecimentos para a velocidade das imagens transmitidas e comentadas ao vivo. Para Derrick Kerckhove (1997), tal experiência alterou o nosso processo de cognição e reconhecimento do mundo”.

Hoje o processo de alteração da “cognição” e “reconhecimento do mundo” é bem mais amplo, com a integração dos recursos oferecidos pela cibernética e suas ferramentas, parelhos de telefone móvel cada vez mais moderno, com câmeras cada vez mais potentes. 

A Rede Globo de Televisão (líder de audiência no Brasil) realiza de forma intensa, diferenciada e inteligente, comparado aos seus concorrentes, a comunhão, integração e interatividade, entre o seu conteúdo de TV e Internet. 

O site/aplicativo, Globo Play reúne o conteúdo audiovisual produzido pelo TV, ficando disponível na internet, uma sacada muito inteligente na área jornalística, é a inserção nos intervalos comercias da emissora, de noticias, onde jornalistas jovens, vestindo roupas e com visual nada formal, transmitem noticias, tendo ao fundo a redação do G1 (site de noticias da Rede Globo)

Os meios midiáticos que enxergaram na velocidade da informação e interatividade proporcionada pela cibernética e suas ferramentas, deixaram suas janelas de variados tamanhos e linguagens, mais do que nunca enquadradas em nós.


Julho (2016)

"Tem outras formas de enxergar as coisas da vida, não precisa ser com os olhos”.

Compartilho interessante reportagem, exibida pelo programa Fantástico da Rede Globo, em 26 de junho de 2016, onde um casal de cegos brasileiros (Jorge e Carlise), mesmo sem poder enxergar, encomendou um álbum de fotografias da filha recém-nascida.


Detalhe, Márcia Bela (fotógrafa), foi procurada para realizar o trabalho fotográfico, sem ser informada pelo casal que eram cegos, a fotógrafa só ficou sabendo que o casal era cego, quando chegaram ao estúdio fotográfico.

O exemplo do casal de cegos retrata bem a necessidade, desejo natural e humano do homem pela imagem, superando até a deficiência promovida pela cegueira de nascença, no caso do Jorge, que nunca tinha visto um foto, ou nas palavras sensíveis de mãe, Carlise, "tem outras formas de enxergar as coisas da vida, não precisa ser com os olhos”.

E foi sem os olhos que a fotógrafa Márcia Beal, humanamente sensível enxergou e "sentiu uma necessidade de entregar algo mais”.

"Não existem fotografias que não sejam portadoras de um conteúdo humano e consequentemente, que não sejam antropológicas à sua maneira. Toda a fotografia é um olhar sobre o mundo, levado pela intencionalidade de uma pessoa, que destina sua mensagem visível a um outro olhar, procurando dar significação a este mundo”. (Samain, citado por Achutti 1997, p. 36)




(julho de 2016)

"Ninguém fica de fora"/ "Nobody left outside" do documentarista Dado Galvão premiado pela ACNUR (Agência da ONU para Refugiados) no Festival do Minuto.

Reportagem TV Sudoeste/Rede Bahia


Vídeo:  "Ninguém fica de fora" 


Depoimento para o Festival do Minuto



(junho de 2016)

Homem, câmera fotográfica e o dom de fotografar.

Para uma reflexão provocativa sobre a relação homem, câmera fotográfica e o dom de fotografar, no exemplo da babá/fotógrafa (Vivian Maier), na época anônima. Recomendo o documentário "A Vida Oculta de Vivian Maier”.




(junho de 2016)

Ética em comunicação.

(...) É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade. Por isso, é preciso tomar muito cuidado com a informação e o jornal que você recebe (...) 

O conteúdo acima foi extraído do reflexivo comercial para TV, produzido pela agência W/Brasil, produtora Aba Filmes, para uma campanha publicitária do jornal Folha de São Paulo. em 1997, o vídeo/comercial foi premiado em Cannes com o "Leão de Ouro”.

   

"É possível contar um monte de mentiras dizendo só a verdade”, compartilhando, curtindo no Facebook, disseminando sem o limite de 140 caracteres no Twitter, filmando e postando no YouTube, fotografando e publicando no Instragam e, por multimeios (áudio, vídeo, textos, símbolos) quase sem limites no WhatsApp. 

"Por isso, é preciso tomar muito cuidado com a informação que você recebe e, transmite

”Reflexão sobre os fatos da cultura e sobre os modos de comunicação nos coloca diante da questão das relações entre indivíduo e sociedade”. (Caune, 2008, p.37).

Dado Galvão (maio/2016)

Comportamento humano


Para Sánchez Vázquez (2011, p.23), “[…] ética é a teoria ou ciência do comportamento moral dos homens em sociedade. Ou seja, é a ciência de uma forma específica de comportamento humano”. Argumenta o autor que ética é a teoria que propõe investigar ou explicar uma forma de comportamento humano, o da moral, levando em conta sua totalidade e variedade, ou seja, em qualquer momento ou lugar, em diferentes formações socioculturais, em diferentes campos da atividade humana". Foto enviada por: Haendel Nery. Edição/foto: Dado Galvão. Domingo 15/11/15, família cristã de bike, Praça da Bíblia, Jequié.

"O sertanejo é, antes de tudo, um forte". (Euclides da Cunha)

Pedal ecológico Bahia Bike para cachoeira de Humaitá, Zona Rural de Jequié. 
Domingo, 18/10/15. Foto: Dado Galvão.

#EuSouSofia (Refugiados)


Eu sou Sofia: cerca de 250 milhões de crianças vivem em meio a conflitos e desastres aos quais ninguém dá atenção. Sofia é o rosto de todas as crianças que ninguém vê. VOCÊ PODE FAZER ALGO POR ELAS AGORA. SEJA UM DOADOR DO UNICEF E SALVE A VIDA DE CRIANÇAS INVISÍVEIS. VEJA COMO AJUDAR

Ciberespaço

“Apesar de a internet ser o principal ambiente do ciberespaço, devido a sua popularização e a sua natureza de hipertexto, o ciberespaço também pode ocorrer na relação do homem com outras tecnologias: celular, pagers, comunicação entre radioamadores e por serviços do tipo “teleamigos”, por exemplo.” (JUNGBLUT, 2004).

Foto: Dado Galvão, Zona Rural, Jequié (BA). Pulicado/maio de 2016.

“A bicicleta fez mais pela emancipação das mulheres do que qualquer outra coisa no mundo”. (Susan B. Anthony em 1896)

Foto: Ciclo-Olhar/Dado Galvão, feira livre, mercadão, Jequié (BA).

A bicicleta e a luta das mulheres por direitos iguais

Em meados do século XIX, as bicicletas chegaram aos Estados Unidos e, claro, viraram febre nacional. Homens e mulheres começaram a pedalar de um lado ao outro naquilo que, na época, ganhou apelidos como “cavalinho de aço”. Mais que um novo meio de transporte, a bicicleta aparecia como uma oportunidade para ir além, não só em distâncias, como também em ideias.

Com exceção das trabalhadoras operárias, se você fosse mulher naqueles tempos, provavelmente passaria boa parte da vida dentro da sua casa. As tarefas domésticas dominavam o tempo e, mesmo em momentos de lazer, ou você visitava outra casa ou recebia a visita na sua. Mas mudanças estavam começando, e sobre duas rodas. (CONTINUE LENDO)

Levanta, pedala e foge! (Refugiados)


“Levanta, pedala e foge!” Titulo do vídeo elaborado no formato de 1 minuto de duração, construído dentro do projeto de pós-graduação em fotografia, intitulado Ciclo-Olhar, do documentarista Dado Galvão. O vídeo participa do Festival do Minuto, (tema: Refugiados), promovido pelo Ministério da Cultura em parceria com (ACNUR, Agência da ONU para os refugiados). 

Fotos utilizadas no vídeo nasceram de performance/fotográfica realizada em Jequié/BA, com barcos de papel, bonecos de plásticos, ciclistas e bicicletas. Inspirada na fuga da Sagrada Família para o Egito, (Mateus 2: 13-23).

Globalização, cultura e a influência da mídia na atualidade...

“O poder global das empresas transnacionais de mídia questiona o papel dos 
Estados Nacionais e a identidade dos diversos povos do mundo”. 
(Willians Biernazki – University of Saint Louis)

Foto: Dado Galvão. abril/2016

Você concorda?

“A pessoa mostra ser diferente não pela diferença do produto que usa, mas pelo pequeno sinal reconhecível apenas pelos experts, os membros do grupo de decisão”.
(LUIZ COSTA LIMA, Teoria da Cultura de Massa. 1990, p.52).

Foto: Cidade Nova em Jequié (BA), ambiente interno de um caminhão cegonha. 
Fotografou: Dado Galvão. (Abril/2016) 

Bicicultura 2016



O Bicicultura 2016 é o maior evento nacional da bicicleta em todas as suas vertentes: cultural, social, política, artística, econômica, ambiental, entre outras. E precisamos da sua ajuda para poder abrigar ainda mais atividades, de diferentes partes do Brasil! (Abril/2016)


Nosso Brasil...


Ciclo-Olhar pretende partilhar com vocês, (sempre que possível), através da linguagem fotográfica, audiovisual, as nossas inquietações que surgem no cotidiano (local e global) e consequentemente ao longo da especialização em fotografia.

Nossa primeira postagem (foto) na FanPage do Ciclo-Olhar , busca fazer uma reflexão sobre o atual momento político, econômico brasileiro, “pedaladas fiscais”; Operação Lava Jato”; “golpe”; impeachment; democracia; “coxinhas”, Pixuleco; esquerda; direita; centro; etc. Seja qual for a tua opinião, que a saída encontrada respeite plenamente (nossa) Constituição.

“Eu tenho ódio e nojo à ditadura.” (ULYSSES GUIMARÃES No discurso da promulgação da Constituição, em 5 de outubro de 1988). 

Contamos com vocês no compartilhamento do nosso conteúdo e envio de sugestões. 

Foto: Avenida César Borges, Jequié (BA), bandeira fixada no estacionamento do Assaí Atacadista. Fotografou: Dado Galvão. (abril/2016)